O tamanho da precarização

Aproximadamente 1,4 milhão de trabalhadores em atividade no setor de transporte de passageiros e de mercadorias no Brasil estão inseridos na chamada Gig economy, termo que caracteriza relações entre funcionários e empresas que contratam mão de obra para realizar serviços esporádicos e sem vínculo empregatício, principalmente por meio de aplicativos.

O tamanho da precarização II

Os dados coletados mostram que, no primeiro trimestre de 2016, o número de pessoas ocupadas no transporte de passageiros na Gig economy era de cerca de 840 mil. No primeiro trimestre de 2018, esse quantitativo atingiu 1 milhão de trabalhadores e chegou ao ápice no terceiro trimestre de 2019, com 1,3 milhão de pessoas. Por conta da pandemia de Covid-19, houve redução ao longo de 2020, mas o número logo se estabilizou nos dois primeiros trimestres de 2021 em 1,1 milhão de pessoas ocupadas em transporte de passageiros no regime de conta própria, valor 37% superior ao do início da série, em 2016.

O tamanho da precarização III

Uma das consequências desse aumento de trabalhadores precários no transporte se verifica entre os motoboys. De janeiro a setembro, 206 pessoas perderam a vida no trânsito no Distrito Federal. Do total, 63, cerca de 30%, eram motociclistas.

Ovo de Colombo

A Emater tem um projeto de auxílio a avicultura local. No DF, em 2020, foram produzidas 26,5 milhões de dúzias de ovos (No Brasil. 53,5 bilhões de unidades). A avicultura representa 78% do Valor Bruto da Produção Pecuária do DF e gera 5 mil empregos diretos. Hoje, são 91 criadores de aves de corte e 174 de postura, o que representa um aumento de 180% entre 2015 e 2020 no número de produtores com sistema semi-intensivo. Para se inscrever no projeto basta procurar a Emater.

Jogos movimentam economia

Entre atletas e comissão técnica, 4,5 mil pessoas de todo o país chegaram ao DF neste fim de semana para participar da 68ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), que começaram ontem. Durante os próximos 09 dias, o evento deve movimentar cerca de R$ 11 milhões na economia local.

O preço da luz na inflação do DF

A Capital voltou a registrar aumento de preços no mês de setembro, conforme o IPCA. A variação de 0,79%, foi a segunda menor entre as regiões pesquisadas pelo IBGE e inferior ao IPCA nacional (1,16%). A pressão inflacionária esteve concentrada no grupo de Habitação (1,85%). A justificativa foi, principalmente, o aumento de preço na energia elétrica residencial que por conta da nova bandeira tarifária passou a custar R$ 14,20 a cada 100kWh.

Beneficios estendidos

O Senado Federal aprovou o projeto de lei que prorroga até 2032 incentivos fiscais concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal para empresas comerciais e outros setores. O setor de comércio atacadista e empresas que desenvolvem atividades portuárias e aeroportuárias e operações interestaduais com produtos agropecuários estão entre os beneficiados pela proposta.

Confiança, mas não muita

Após atingir pico de 60,8 pontos em julho, o Índice de Confiança do Empresário Industrial do Distrito Federal (Icei-DF) caiu pelo segundo mês e marcou 55,7 pontos em setembro. Esta foi a segunda queda consecutiva do Icei-DF, que marcou 58,9 pontos em agosto. O índice recuou 4,9 pontos em dois meses. Apesar da queda do Icei-DF, o empresário da indústria continua confiante, uma vez que o índice está acima da linha dos 50 pontos.

 

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