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Há mais de 25 anos, o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da Asa Norte trabalha para garantir a saúde mental de jovens e adolescentes. A equipe de saúde da unidade aplicou um jogo com perguntas e respostas sobre os perigos do uso de drogas para cerca de 200 alunos do sexto ao nono ano […]
Há mais de 25 anos, o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da Asa Norte trabalha para garantir a saúde mental de jovens e adolescentes. A equipe de saúde da unidade aplicou um jogo com perguntas e respostas sobre os perigos do uso de drogas para cerca de 200 alunos do sexto ao nono ano do Centro de Ensino Fundamental 1 (CEF1) da Vila Planalto.
O Projeto Capsi Vai às Escolas já visitou três unidades neste ano, sendo formado por agente administrativo, assistente social, enfermeira, técnico de enfermagem, terapeuta ocupacional, psicóloga, fonoaudióloga, pediatra e psiquiatra.

Profissionais do Capsi discutem o tema com adolescentes – Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF
A psicóloga e instrutora do Programa de Residência Infantojuvenil Tathiana Accioly trabalha há 18 anos com saúde mental infantojuvenil e destaca que, após a pandemia, os estudantes enfrentaram dificuldades de relacionamento e de comunicação ao retornarem efetivamente ao convívio escolar. “Assim surgiu a ideia de fazer intervenções nesses ambientes. Começamos em São Sebastião com os professores, orientando estratégias de ação e dicas. Depois, voltamos à escola para falar com os estudantes, usando esse formato de quiz, e foi um sucesso”, diz a especialista.
A inclusão de ações de prevenção e promoção da saúde mental nas escolas pode, segundo a enfermeira e mestre em ciências da saúde Gabriela Lopes, auxiliar na detecção precoce e no encaminhamento correto para o cuidado dos jovens, além de criar um ambiente propício para que os alunos aprendam a identificar e gerir suas emoções.
A iniciativa de informar jovens sobre os malefícios do uso de drogas e a importância da prevenção é uma das atividades do Programa Saúde na Escola, executado por meio de uma parceria entre as secretarias de Saúde (SES) e de Educação (SEE). Na avaliação da gerente de Atenção Psicossocial da unidade Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil, Mairla Castro, o adolescente é protagonista de um processo que envolve vários atores: familiares, amigos, professores, profissionais de saúde, de segurança pública e referências comunitárias.

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