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Produção é baseada no clássico O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, e se propõe a refletir o ‘adulto’ em obra que mistura teatro, dança e vídeo Piloto, ilustrador e escritor francês, Exupéry (1900-1944) foi o criador da obra imortal e fenômeno editorial O Pequeno Príncipe. A obra, que encontra ecos no contexto político em […]
Produção é baseada no clássico O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, e se propõe a refletir o ‘adulto’ em obra que mistura teatro, dança e vídeo
Piloto, ilustrador e escritor francês, Exupéry (1900-1944) foi o criador da obra imortal e fenômeno editorial O Pequeno Príncipe. A obra, que encontra ecos no contexto político em que foi escrita, inspirou o diretor e dramaturgo Roberto Dagô a criar o inédito espetáculo Asteroide AP612. A produção irá estrear em abril na capital federal e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
A peça terá temporada aberta ao público nos dias 8, 9, 15, 22, 23, 29 e 30 de abril, sempre aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h, no Galpão Salomé (Asa Norte). Haverá também sessões gratuitas para escolas. Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) pelo sympla. Não recomendado para menores de 14 anos.
Em cena e em performance solo, a atriz Ana Flávia Garcia alerta para a beleza e a importância da simplicidade. Ela mostra que pequenas ações cotidianas e gestos como o afeto, o cuidado e a empatia, ou mesmo a arte, são atitudes políticas essenciais, ainda que pareçam invisíveis.
“O espetáculo Asteroide AP612 nasce desse desejo de cuidado e de atenção ao que é invisível. É um gesto de alerta para o presente, mas também de esperança quanto ao que podemos plantar para o futuro e nos corações”, explica o diretor e dramaturgo Roberto Dagô, que se baseou no universo poético de Exupéry para refletir sobre o Fascismo e o adulto contemporâneo.
Segundo o diretor, esta obra literária de 1943 não apenas é um retrato crítico-poético do adulto neurótico – o chamado “gente grande” no livro –, como também uma metáfora de um mundo ameaçado por regimes totalitários. “’O essencial é invisível aos olhos’, diz a raposa ao Pequeno Príncipe. Acredito que, com esta frase, Exupéry não apenas nos pede para estarmos atentos à delicadeza e fragilidade do que há de melhor dentro e fora de nós, mas ele também alerta para o quanto o que há de pior pode parecer inofensivo a princípio. Este dilema nos inspirou a criar o universo fantástico de Asteroide AP612”
“O livro foi escrito no período em que Exupéry, que também era piloto militar, migrou para os Estados Unidos para ajudar a convencer o país a se juntar na luta contra o nazismo, luta pela qual morreu em 1944 quando seu avião foi atingido por soldado alemão. No livro, figuras como os baobás, que ameaçam destruir o pequeno asteroide do Pequeno Príncipe, são alusões aos ideais nazistas que se multiplicavam pela Europa”, acrescenta.

As aulas acontecerão na sede da organização, no Cruzeiro Velho, em Brasília, com turmas nos períodos da tarde e da noite.

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