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Em 2023, o saldo também foi negativo de R$ 656 milhões

As empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 6,7 bilhões em 2024, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central (BC). O resultado negativo é o maior da série histórica, superando o recorde anterior de 2014, quando foi registrado um déficit de R$ 2 bilhões.
De acordo com o Ministério da Gestão e Inovação, o déficit se deve, em grande parte, ao aumento dos investimentos das estatais, que cresceram 12,5% em 2024, totalizando R$ 5,3 bilhões – o equivalente a 83% do déficit registrado.
Renato Baldini, chefe-adjunto do Departamento de Estatísticas do Banco Central, ressaltou que a contabilidade do Banco Central segue uma metodologia diferente da utilizada pelo governo.
Enquanto o governo registra receitas e despesas, detalhando aspectos como investimentos, o Banco Central foca apenas na variação da dívida. Baldini evitou julgar qual metodologia é melhor, destacando que a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), ligada ao Ministério da Gestão, divulga informações mais detalhadas do que as fornecidas pelo BC.
— Eu não faria juízo de valor sobre nenhuma das metodologias. O resultado mais detalhado é divulgado pela Sest. Mais do que o BC é capaz de produzir. Mas o dado do endividamento é importante. Você pode fazer uma referência ao orçamento pessoal. O seu nível de dívida é o que interessa. Não estou desmerecendo a outra estatística, mas só fazendo uma comparação — pontuou Baldini.
O desempenho financeiro dos Correios foi apontado como um dos principais responsáveis pelo déficit das estatais. A empresa registrou um prejuízo de R$ 3,2 bilhões em 2024. Segundo a empresa, houve uma queda de R$ 2,2 bilhões nas receitas impactada pela queda de recursos no segmento postal e pela implementação do programa Remessa Conforme, que regulou compras internacionais.
A secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Elisa Leonel, afirmou que os Correios enfrentam desafios financeiros e que o governo busca alternativas para ampliar suas fontes de receita.
A estatal, por sua vez, informou que está implementando um plano de recuperação, focado em inovação, sustentabilidade financeira e diversificação de negócios, incluindo banco digital, marketplace e logística para saúde.
Além dos Correios, outras estatais que demandam atenção do governo são a Infraero, responsável pela administração de aeroportos, e a Casa da Moeda, que enfrenta desafios no setor de impressão de cédulas e documentos de segurança. A Infraero teve um déficit de R$ 540 milhões em 2024.
A ministra da Gestão, Esther Dweck, afirmou que o déficit das estatais não representa um problema para o Tesouro Nacional. O governo também destacou que os investimentos realizados pelas estatais foram voltados para infraestrutura, modernização e digitalização de serviços públicos, citando projetos das estatais de tecnologia Dataprev e Serpro, que estão desenvolvendo uma base biométrica nacional para evitar fraudes em benefícios sociais.

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