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Unidade é referência no procedimento. Durante três semanas, as equipes do HRL irão concentrar esforços para atender os pacientes A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, se reuniu, na quinta-feira (6), com gestores da Região Leste – área que compreende o Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico. O objetivo foi estabelecer medidas para otimizar as […]
Unidade é referência no procedimento. Durante três semanas, as equipes do HRL irão concentrar esforços para atender os pacientes
A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, se reuniu, na quinta-feira (6), com gestores da Região Leste – área que compreende o Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico. O objetivo foi estabelecer medidas para otimizar as cirurgias de coluna no Hospital da Região Leste (HRL), conhecido anteriormente como Hospital Regional do Paranoá.

Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF.
“A ideia é construir fluxos em toda a rede pública para que os pacientes sejam atendidos com maior agilidade. Nosso foco é o usuário”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde
Como forma de atender a lista de pacientes que aguardam um procedimento cirúrgico, a secretária propôs uma força-tarefa entre os diversos setores para priorizar o atendimento de coluna, principalmente, e de mão. Embora o centro médico seja referência para várias áreas médicas, é a ortopedia de coluna seu maior destaque.
Durante três semanas, as equipes do HRL irão concentrar esforços para atender os pacientes. Cirurgias gerais com risco de vida continuarão sendo realizadas no hospital, enquanto as eletivas serão redistribuídas, momentaneamente, para outros locais. “A ideia é construir fluxos em toda a rede pública para que os pacientes sejam atendidos com maior agilidade. Nosso foco é o usuário”, garante a gestora.

Entre os ajustes previstos, está o remanejamento, dentro da rede, de médicos anestesistas e equipes de enfermagem para que possam compor o time de cirurgia ortopédica do HRL. Pacientes com perfil para as operações no hospital serão remanejados para serem atendidos na unidade. Aqueles que puderem receber tratamento em outro hospital serão transferidos. Pacientes internados e graves serão prioritários e leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) serão reservados aos procedimentos de coluna.
Para o diretor do HRL, Ângelo Augusto, a iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) será fundamental para a melhoria da oferta do serviço. “Vivemos um momento difícil de acúmulo de pacientes com patologia cirúrgicas da coluna, tanto no HRL como em outras regiões. Essa força-tarefa irá nos ajudar a desafogar o sistema e a oferecer uma melhor assistência ao paciente do SUS [Sistema Único de Saúde].”
Já o superintendente da Região, Sidney Sotero, reforça a importância de unir as equipes de saúde com as de gestão e assistência da Região Leste, a fim de discutir as oportunidades de otimização de recursos. “O debate nos locais de trabalho acolhe as demandas imediatas dos servidores da assistência, encurta distância, alinha os processos e engaja as pessoas com a missão da SES de fazer ainda mais pela saúde da população da capital”, ressalta.
*Com informações da SES

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