
Por unanimidade, plenário do STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades
Decisão foi referendada por todos os ministros da Corte

Responsável pela interlocução política do governo com o Congresso Nacional, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi cobrado publicamente para melhorar a relação com os parlamentares pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na quinta-feira (4), durante a primeira reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), o […]
Responsável pela interlocução política do governo com o Congresso Nacional, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi cobrado publicamente para melhorar a relação com os parlamentares pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na quinta-feira (4), durante a primeira reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), o chamado Conselhão.
A declaração veio um dia após o governo ser derrotado na votação que anulou decretos do executivo relativos ao Marco Legal do Saneamento na Câmara dos Deputados. A votação, de e 295 votos a favor, 136 contra e uma abstenção, foi considerada um recado sobre a insatisfação de aliados ao Palácio do Planalto. O texto agora segue para análise do Senado Federal.
“Espero que ele tenha a capacidade de organizar, de articular, que ele teve no conselho, dentro do Congresso Nacional. Aí vai facilitar muito a vida”, disse Lula.
Outro tema de interesse do governo, o projeto de lei das Fake News, teve a votação adiada pelo risco dos deputados reprovarem a matéria. A administração petista não conseguiu margem segura para avançar com a proposta nem mesmo com o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
A articulação do governo para consolidar uma base parlamentar confiável tem sofrido duras críticas de líderes do Congresso, mesmo de partidos que ocupam ministérios importantes, como o MDB, PSD e o União Brasil.
As siglas não garantem apoio imediato à agenda do Executivo. A fragilidade da base fez com que o governo ainda não colocasse em pauta votações de peso nesses quatro primeiros meses de gestão, como o novo marco fiscal e a reforma tributária.
Na última terça-feira (2), Lula se reuniu com Lira para tratar da insatisfação de partidos de centro e de direita com a liberação de cargos e emendas ao orçamento. Lira fez chegar a Lula a reclamação generalizada a respeito da lentidão e o não cumprimento de promessas feitas até o momento.

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