
Bolsonaro aciona STF para anular restrições impostas por Moraes em prisão domiciliar
Medida foi tomada por Moraes após carta divulgada por Flávio Bolsonaro

Texto foi aprovado no fim do ano passado. Prazo para decisão presidencial sobre o assunto se esgota amanhã

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne integrantes de sua equipe nesta quarta-feira para discutir a sanção eventuais vetos no projeto de regulamentação da Reforma Tributária. O texto foi aprovado pelo Congresso no fim do ano passado, pouco antes do recesso. O prazo para a assinatura de Lula se esgota nesta quinta-feira.
Participam da reunião o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin; a ministra da Casa Civil substituta, Miriam Belchior; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o ministro da Secretaria de Relações Institucionais substituto, Olavo Noleto; o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira; o advogado-geral da União, Jorge Messias; o secretário para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcos Rogério de Souza; e o secretário da Reforma Tributária, Bernard Appy.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabeleceu o novo sistema de impostos foi aprovada e promulgada pelo Congresso em 2023. Ao longo de 2024, deputados e senadores se debruçaram sobre a regulamentação da reforma.
Nessa fase, os parlamentares e o governo acertaram detalhes de medidas como cashback (devolução de tributos para pessoas de baixa renda), Imposto Seletivo, cesta básica, tarifas reduzidas, entre outros pontos.
A reforma implementa no Brasil um sistema de tributos que é usado em diversos países do mundo, baseado em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Esse modelo unifica tributos, permite maior transparência e facilidade de tributação. Com o sistema não há cumulatividade de tributos e há mais simplificação.
No caso brasileiro, esse imposto será dual, com duas “pernas”. A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, reúne os impostos PIS, Cofins e IPI. A outra perna será o Imposto sobre Bens e Serviços, uma junção do ICMS estadual e do ISS municipal.
O projeto é fundamental para fechar a alíquota padrão do novo sistema, porque tem a lista de exceções à reforma. O texto estabelece uma “trava” de 26,5% para essa alíquota. Se as simulações mostrarem que a alíquota passa disso, o governo precisará enviar ao Congresso um projeto cortando benefícios.

Medida foi tomada por Moraes após carta divulgada por Flávio Bolsonaro

Buzzi também é alvo de uma acusação de assédio sexual

Evento que deve confirmar candidatura presidencial de Flávio acontece neste sábado

Fãs se emocionaram com a simplicidade da artista no vídeo em que canta 'Jogado na rua'
