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A maioria dos brasileiros (68,9%) diz confiar ou confiar muito na ciência. Ainda que o índice não seja baixo, é menor do que indicam pesquisas recentes, como o Índice do Estado da Ciência, feito pela empresa 3M (EUA) em 2022, que aponta índice de 90% na afirmação “eu confio na ciência”. O número faz parte […]
A maioria dos brasileiros (68,9%) diz confiar ou confiar muito na ciência. Ainda que o índice não seja baixo, é menor do que indicam pesquisas recentes, como o Índice do Estado da Ciência, feito pela empresa 3M (EUA) em 2022, que aponta índice de 90% na afirmação “eu confio na ciência”.
O número faz parte do estudo Confiança na Ciência no Brasil em tempos de pandemia, conduzido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e da Tecnologia (INCT-CPCT), com sede na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Oestudo tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Para os pesquisadores, um dos fatores que podem ter influenciado o recuo, se refere as campanhas de desinformação, que cresceram durante a pandemia. No entanto, recomendam cautela com comparações desse tipo, que podem não ser precisas “devido as diferenças na formulação das perguntas ou na apuração dos resultados”.
Entre as fontes de informação que mais inspiram confiança nos brasileiros e brasileiras, conforme a pesquisa, estão os cientistas, identificados pelos entrevistados como honestos e responsáveis por um trabalho que beneficia a população. As escolhas mais frequentes dos entrevistados como fontes confiáveis de informação foram médicos (60,1%), seguidos pelos cientistas (47,3%), dos quais 30,6% são de institutos públicos de pesquisa e 16,7% que trabalham em empresas, e jornalistas (36,4%).

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