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Parceria da SEEDF com Instituto Desponta Brasil realizará consultas e distribuição de óculos em três regiões administrativas

A Secretaria de Educação (SEEDF) deu início nesta terça-feira (18), no Centro de Ensino Especial (CEE) 1 do Gama, à terceira edição do projeto Em um Piscar de Olhos, que promoverá atendimento oftalmológico gratuito a estudantes da rede pública do Gama, Ceilândia e Sobradinho. A iniciativa, que já beneficiou mais de 40 mil alunos em edições anteriores, prevê atender mais de 5 mil estudantes em cada uma dessas regiões.
O programa, executado pelo Instituto Desponta Brasil com fomento da SEEDF, inclui triagens nas escolas, consultas oftalmológicas em formato de mutirão e distribuição gratuita de óculos para alunos com necessidades visuais identificadas.
“Quando falamos sobre a questão oftalmológica, estamos falando em qualidade de ensino e qualidade de vida. Consequentemente, em qualidade na aprendizagem dos nossos alunos”, afirma Fernanda Mateus, subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF. Ela ressalta que a expectativa é alcançar a marca de 50 mil estudantes atendidos ao longo das três edições do projeto.
O cronograma de atendimentos da terceira edição começou no Gama, segue para Ceilândia nesta quarta-feira (19) e chega a Sobradinho na quinta-feira (20). O deputado distrital Daniel Donizet, um dos parlamentares que destinaram emendas para o projeto, ressalta a importância da iniciativa: “Cerca de 80% dos alunos nunca sequer fizeram uma consulta oftalmológica. Só no Gama, serão atendidas 16 escolas, beneficiando mais de 5 mil alunos”.
Leonardo Figueiredo, idealizador do projeto, destaca a importância da iniciativa, que já passou por nove estados do país: “Nossa metodologia leva saúde oftalmológica a quem mais precisa: as crianças de escola pública. Aqui no DF, já identificamos e auxiliamos diversos estudantes, oferecendo não apenas os óculos gratuitos, mas também encaminhamento especializado quando necessário”.
A iniciativa também inova ao implementar um sistema integrado de saúde oftalmológica, que permitirá às secretarias de Educação e de Saúde acessar dados para melhor direcionamento de políticas públicas. “Todas as informações dos alunos atendidos são registradas em um sistema, permitindo que as pastas tomem as melhores decisões sobre recursos futuros tanto na saúde quanto na educação”, explica Figueiredo.
Para a SEEDF, o impacto do programa vai além do atendimento médico. “Quando entregamos os óculos, vemos o reconhecimento, o sentimento de pertencimento. É emocionante ver a reação dos alunos ao perceberem que podem enxergar melhor”, conclui Fernanda Mateus.
*Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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