
Com vendas em alta de mais de 20%, produção de carros no Brasil, em maio, é a maior desde 2019, diz Anfavea
Associação que representa o setor revela que produção no ano já ultrapassou 1 milhão de unidades, um mês antes do ano passado

Expectativas para inflação já sobem pela 13ª semana seguida, refletindo altas nos alimentos e a espera por um El Niño mais forte

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, mostrou que os analistas de mercado voltaram a elevar suas projeções para a a taxa básica de juros, a Selic, que já chegam a 13,50%. Até uma semana atrás, as expctativas se mantinham em 13,25%.
A projeção de inflação, que já vinha subindo sucessivamente, chegou à 13ª semana consecutiva de alta, em 5,11%.
O IPCA de maio será divulgado na próxima sexta-feira e analistas já estimam um avanço de 0,52% para o mês e 4,66% para o ano, ultrapassando o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 3%, com margem de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo.
Em relatório divulgado na última sexta, o BNP Paribas elevou sua projeção de inflação de 5,2% para 5,6% em 2026. Segundo o banco, o movimento reflete as “recentes surpresas nos preços dos alimentos e a elevada probabilidade de um forte evento climático El Niño afetar a produção agrícola no final de 2026 e início de 2027”, como disse o documento.
Já quanto a juros, o BNP espera uma Selic chegando aos 14,00% ao final deste ano. Os economistas do banco acreditam que o Copom deve realizar um corte de 0,25 pontos percentuais na próxima reunião, em 16 de junho, e depois manter a taxa em 14,25% até dezembro, com um corte final de 0,25.
BS20260608132320.1 – https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/06/08/mercado-volta-a-subir-projecoes-para-a-selic-ao-final-do-ano-chegando-a-1350percent-mostra-focus.ghtml

Associação que representa o setor revela que produção no ano já ultrapassou 1 milhão de unidades, um mês antes do ano passado

Segundo a agência, alta dos subsídios pagos pelos consumidores e cenário de chuvas menos favorável pressionaram a projeção para este ano

Taxa foi de 18,4% em 2025, a menor da série histórica

Tese final do julgamento deve ser aprovada na quarta-feira
