
PGR pede ao STF suspensão de todos os processos contra proibição das bets
Para Gonet, decisões sobre plataformas geram insegurança jurídica

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro passasse por atendimento odontológico, mas ele deveria se dar junto ao Centro Médico da Polícia Militar do Distrito Federal.

Os advogados do ex-presidente tinham indicado a preferência para que Fernanda Bolsonaro, mulher de Flávio Bolsonaro, atendesse o sogro em sua clínica, em Brasília.
O despacho não deixa claro se Fernanda poderia atender Bolsonaro, mas no Centro Médico da PM, ou se o procedimento seria feito por outro profissional. É determinado apenas que o ex-presidente seja escoltado até o local e que os dados e horário do atendimento sejam mantidos em sigilo.
Segundo a decisão de Moraes, a indicação de atendimento odontológico de Bolsonaro no Centro Médico da PM do Distrito Federal partiu do Núcleo de Custódia do 19º Batalhão da corporação, que acompanha o cumprimento da prisão domiciliar do ex-presidente. O ministro indicou que a sugestão citou “motivos de segurança”.
Pelos mesmos motivos, os dados e horário do atendimento serão definidos pelo Subdiretor do Núcleo de Custódia da PM-DF junto da defesa, frisou Moraes. O ministro referiu que, em conformidade com o requisito da defesa do ex-chefe do Executivo “não existe situação de urgência” no atendimento, fez que o pedido oi feito no dia 14 para atendimento uma semana depois, no dia 21.
BS20260817204036.1 – https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/08/17/moraes-autoriza-ida-de-bolsonaro-a-dentista-mas-veta-atendimento-por-mulher-de-flavio.ghtml

Para Gonet, decisões sobre plataformas geram insegurança jurídica

Magistrado considerou que Ministério Público Federal não comprovou que ex-funcionária de Bolsonaro não prestava serviços relacionados ao mandato

Senadores do PT descartam articulação contrária à escolha do ex-vice-presidente

Jantar do CPAC foi realizado em Mar-a-Lago nesta quinta-feira; filme entrou na mira da PF após mensagens entre senador e Daniel Vorcaro sobre financiamento da produção
