A sul-africana Gosiame Thamara Sithole, 37, já era mãe de gêmeos e agora adicionou mais sete meninos e três meninas à família

RESUMINDO A NOTÍCIA

  • Uma mulher deu à luz 10 bebês de uma vez em um hospital de Pretória, capital da África do Sul.
  • Caso confirmado, Gosiame Sithole, 37, quebraria o recorde mundial de nascimentos múltiplos.
  • Segundo o pai, são sete meninos e três meninas, nascidos após 29 semanas de gestação.
  • O casal já tem gêmeos de 6 anos de idade e garante que a gravidez foi natural.

Mulher sul-africana deu à luz 10 bebês e quebrou recorde mundial de nascimentos múltiplos

REPRODUÇÃO/IOL NEWS

Uma mulher deu à luz 10 bebês de uma vez, na noite da última segunda-feira (7), em cesárea realizada em um hospital de Pretória, capital da África do Sul. Segundo o jornal Pretoria News, caso confirmado, Gosiame Thamara Sithole, 37, bateria o recorde da maliana Halima Cissé, que trouxe ao mundo nove crianças em maio.

O pai, Teboho Tsotetsi, disse à publicação que são sete meninos e três meninas, nascidos após sete meses e sete dias de gestação (29 semanas).

“Estou feliz. Estou emocionado. Não posso falar muito”, declarou Tsotetsi.

O casal já tem gêmeos de 6 anos de idade e garante que a gravidez foi natural, sem a utilização de tratamento de fertilidade.

Em entrevista realizada pelo Petrória News na casa da família, em Tembisa, Gosiame revelou que inicialmente foi informada sobre uma gravidez de sextúplos. Novos exames mostraram que ela esperava óctuplos. Os outros dois foram descobertos apenas na hora do parto.

“Quando o médico me contou, demorei a acreditar”, disse a mamãe na época, “mas, com o passar do tempo, percebi que era verdade.”

A mulher teria dado à luz 11 crianças (Foto: Reprodução/ E-Farsas)A mulher teria dado à luz 11 crianças (Foto: Reprodução/ E-Farsas)

Tsotetsi, que atualmente está desempregado, contou também ter ficado chocado com a gestação, mas logo se mostrou ansioso com a chegada das crianças: “Vi os registros médicos de minha esposa e fiquei ainda mais animado.”

Dini Mawela, vice-diretor da escola de medicina da Universidade de Ciências da Saúde Sefako Makgatho, classificou o caso de Gosiame como raríssimo e explicou que as crianças passariam os próximos meses em incubadoras.

 

Fonte: HORA 7 | David Plassa, do R7

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