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Movimento quer reunir mulheres conservadoras e tem primeira-dama na liderança. Parlamentares reeleitas e esposas de governadores alinhados aderem Movimento busca forjar ‘feminismo de direita’ e ampliar adesão à reeleição de Bolsonaro MARCELO CAMARGO / AGÊNCIA BRASIL / 08.03.2022 Em disputa por um terreno até aqui dominado por líderes feministas tradicionais e militantes de esquerda, parlamentares […]
Movimento quer reunir mulheres conservadoras e tem primeira-dama na liderança. Parlamentares reeleitas e esposas de governadores alinhados aderem
Em disputa por um terreno até aqui dominado por líderes feministas tradicionais e militantes de esquerda, parlamentares da bancada feminina e mulheres de aliados do presidente Jair Bolsonaro iniciam um movimento para melhorar o desempenho do candidato à reeleição entre o eleitorado feminino, que representa 52,6% de todos os votantes. Batizada de Movimento Mulheres com Bolsonaro, a iniciativa busca reunir representantes com pensamento alinhado com a pauta conservadora defendida pelo candidato, em contraposição à liberação de costumes e afirmação de direitos do feminismo tradicional.
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, tem atuado como principal liderança em eventos que começaram na última quinta (6). A atuação política da mulher do presidente é uma novidade e começou em meados do primeiro turno. Os eventos promovidos pelo Movimento têm reunido até 5.000 mulheres em torno de Michelle e de parlamentares da bancada feminina.
O eleitorado feminino representa uma das principais barreiras para o crescimento de Bolsonaro neste segundo turno, conforme diagnóstico da própria campanha. No segmento, o candidato tem um dos seus piores desempenhos devido à alta rejeição, e alcançou a preferência de cerca de 26% das eleitoras.
Nesta segunda semana do segundo turno das eleições presidenciais, as reuniões promovidas pelo movimento estão concentradas no Norte e Centro-Oeste do país, enquanto Bolsonaro se dedica a firmar acordos e a visitar áreas mais populosas. Na dobradinha com o marido candidato, até quarta, Michelle cumprirá maratona de atos públicos para tentar mobilizar o eleitorado feminino de Manaus, Rio Branco, Porto Velho e Palmas, no Tocantins.
Foram convocadas a participar da ofensiva 135 deputadas federais e senadoras eleitas e reeleitas por partidos aliados ao Planalto. Entre as mentoras da iniciativa está a vice-governadora eleita do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e a senadora eleita Professora Dorinha (União Brasil/TO). Primeiras-damas de estados alinhados ao bolsonarismo, como Gracinha Caiado, mulher do governador reeleito de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), têm atuado diretamente na organização dos atos públicos que buscam abrir palanque para Michelle Bolsonaro apresentar a pauta do governo federal direcionada às mulheres.
Nesta segunda, em Belém, a primeira dama assumiu o microfone e estabeleceu como meta alcançar cem leis em favor das mulheres até o fim do ano — a campanha de Bolsonaro afirma que seu governo aprovou, até o momento, 78 projetos “voltados ao público feminino”. “Esse é o presidente que se preocupa com o povo, que não olha para partido, olha para a condição do ser humano”, discursou na capital paraense.
Fonte: CHRISTINA LEMOS | Do R7

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