
CNU 2025: começa hoje prazo para convocado confirmar interesse em vaga
Candidato tem até segunda para se manifestar

Do Planalto às grandes potências, disputas eleitorais em vários continentes devem influenciar economias, alianças internacionais e o futuro da democracia

O ano de 2026 será marcado por uma sucessão de eleições decisivas ao redor do mundo — e o Brasil está no centro desse calendário. Em um contexto de tensões geopolíticas, inflação persistente e polarização política, o voto volta a ser o principal instrumento para definir rumos internos e impactos globais. Não se trata apenas de disputas nacionais: os resultados tendem a repercutir além das fronteiras.
No Brasil, as eleições gerais de 4 de outubro incluirão a escolha do presidente da República, além da renovação do Congresso e dos governos estaduais.
O cenário brasileiro se insere em um ambiente internacional igualmente sensível. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares de 3 de novembro funcionarão como um termômetro do segundo mandato de Donald Trump, com a renovação total da Câmara dos Representantes e de um terço do Senado. Historicamente, esse tipo de disputa tende a enfraquecer o partido do presidente e pode redefinir o equilíbrio de forças no Congresso.
Na Europa, a Hungria vai às urnas em abril para eleições parlamentares que medirão o desgaste do primeiro-ministro Viktor Orbán após mais de uma década no poder. Já a Suécia enfrentará eleições legislativas em meio a debates sobre segurança pública, imigração e política energética, com vantagem inicial da oposição social-democrata, segundo sondagens locais.
Na América Latina, a Colômbia escolherá um novo presidente em maio. O pleito ocorre sob forte instabilidade política e após um mandato marcado por críticas ao governo de Gustavo Petro, que não pode concorrer à reeleição. Pesquisas indicam uma disputa acirrada entre candidatos de esquerda e da direita, com possibilidade de segundo turno.
O calendário inclui ainda eleições em Israel, em outubro, sob o impacto da guerra em Gaza e de processos judiciais contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, além do Bangladesh, que tenta consolidar uma transição democrática após protestos que derrubaram o governo anterior. Portugal abre o ciclo eleitoral global já em janeiro, com a escolha de um novo presidente.
Da América do Sul à Ásia, 2026 se desenha como um ano-chave para a democracia. Para o Brasil, que acompanha atentamente esses movimentos enquanto se prepara para sua própria disputa presidencial, o resultado das urnas dentro e fora do país ajudará a definir não apenas políticas domésticas, mas também o lugar do país em um mundo cada vez mais instável.
BS20260109070217.1 – https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/09/nao-e-so-no-brasil-as-eleicoes-que-vao-marcar-2026-e-prometem-mudar-o-mundo.ghtml

Candidato tem até segunda para se manifestar

Pavimentação faz parte do programa Caminho das Escolas e vai beneficiar funcionários e famílias dos 115 estudantes da unidade; obra foi entregue neste sábado (7) pelo governador Ibaneis Rocha

Documentos foram entregues pelo governador Ibaneis Rocha em mais uma etapa do Regulariza DF, que já emitiu 6,4 mil títulos e documentos de regularização fundiária desde 2019

Ação vai tirar dúvidas do público e distribuir cartilhas educativas e edições do Código de Defesa do Consumidor
