
TSE avalia suspensão de canais políticos no WhatsApp 48h antes da votação
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

De acordo com a farmacêutica Novo Nordisk, as três opções de dosagem do fármaco terão redução de oferta nos próximos meses
A demanda elevada pelo medicamento Ozempic terá como consequência o baixo estoque do medicamento nas farmácias brasileiras ao longo de 2024, segundo a farmacêutica Novo Nordisk, responsável pela produção do fármaco. As três formulações disponíveis no país, de 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg serão afetadas.
“A Novo Nordisk ressalta que dada a complexidade envolvida na cadeia de distribuição de medicamentos a nível nacional é esperado que o estoque do produto no mercado se restabeleça de forma gradual e não de imediato, uma vez que a disponibilização do medicamento compreende etapas que não podem ser aceleradas”, escreveram em nota enviada ao Globo.
De acordo com a empresa, não houveram outros motivos associados à eventual falta do remédio nas farmácias.
“Importante ressaltar que não há problemas de qualidade ou regulatórios com nenhuma das apresentações do produto”, informaram.
Na Europa, o cenário é parecido. Nesta segunda (2), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou em nota conjunta com a farmacêutica que a escassez do remédio deve durar até o quarto trimestre deste ano.
O Ozempic, que tem como princípio ativo a semaglutida, tem sido amplamente usado “off label” para a perda de peso. Contudo, ele foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da diabetes tipo 2.
Já o Wegovy, também fabricado pela Novo Nordisk, recebeu a aprovação do órgão no tratamento para pessoas com obesidade, sobrepeso ou pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, e conforme a nota, não terá mudanças na sua distribuição.
A semaglutida é o mais avançado até então no país entre os chamados análogos de GLP-1, classe de medicamentos que simulam o hormônio GLP-1 no corpo humano. Existem receptores desse hormônio em diversas partes do corpo. No pâncreas, por exemplo, essa interação aumenta a produção de insulina, necessária para pacientes com diabetes.
Já no estômago, o GLP-1 reduz a velocidade da digestão da comida e, no cérebro, ativa a sensação de saciedade. Esses mecanismos levam a pessoa a sentir menos fome e, consequentemente, reduzir as calorias ingeridas por dia. Com isso, perdem peso – cerca de 14,9% após 68 semanas com a dosagem de 2,4 mg, segundo um estudo publicado na New England Journal of Medicine.
Ambos os medicamentos são canetas injetáveis semanalmente feitas de semaglutida. As diferenças são a dose do princípio ativo e a finalidade oficial registrada na bula.
O Ozempic é vendido em três formulações: 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg. Já o Wegovy é vendido em cinco formulações, duas com doses mais altas da semaglutida: 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg.

Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

Supreendentemente, as cinco primeiras posições ficaram com proteínas de origem vegetal, enquanto as cinco últimas foram de origens animais

Abemaciclibe, fármaco indicado para alguns tipos de câncer de mama, pode custar R$ 366 mil na rede privada

Dado consta em levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
