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Desde o ano passado, a Anvisa já identificou três lotes adulterados
Uma mulher de 46 anos foi internada neste domingo (20) no hospital Copa D’ Or, localizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, após aplicar um produto vendido como Ozempic. Ela afirma ter comprado a caneta injetável em uma farmácia. Anteriormente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já havia identificado a circulação de lotes falsificados do medicamento vendidos no país.
Em 2023, a Anvisa alertou sobre dois lotes de Ozempic falsificados, o MP5C960 e o LP6F832, ambos identificados pela Novo Nordisk e repassados para a agência em junho e outubro. Neste ano, segundo a plataforma de consultas da autarquia, um novo lote foi detectado no mês de janeiro. Trata-se do MP5A064, com prazo de validade para outubro de 2025 e idioma da embalagem em espanhol.
De acordo com o decreto da agência no Diário Oficial da União (DOU), a Novo Nordisk identificou unidades do lote “com características divergentes das constantes no medicamento original, a saber: concentração e idioma, se tratando, portanto, de falsificação”.
“As ações de fiscalização se aplicam somente às unidades pertencentes ao lote MP5A064 (prazo de validade 10/2025) que apresentem em sua embalagem secundária a concentração de 1,34 mg/mL, em idioma espanhol, que as divergem do lote original”, continua.
No início de janeiro, a agência também proibiu a venda de todos os lotes de Ozempic e de outros medicamentos comercializados no site https://www.manual.com.br após constatar que são itens “fabricados por empresa desconhecida” e sem registro sanitário.
“Comprovação da propaganda e anúncio de venda de produtos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, no endereço eletrônico https://www.manual.com.br, fabricados por empresa desconhecida, em desacordo com os artigos 2º, 12, 50 e 59 da Lei 6.360/1976. As ações de fiscalização determinadas se aplicam a todos os medicamentos da marca MANUAL, bem como a quaisquer pessoas físicas/jurídicas ou veículos de comunicação que comercializem ou divulguem os produtos”, diz o decreto.
Também no início do ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) havia emitido um alerta sobre a escassez dos remédios com semaglutida — que é o princípio ativo do Ozempic e o Wegovy — e o consequente aumento da comercialização de versões falsificadas destes medicamentos.
“A escassez tem um impacto negativo no acesso a produtos médicos e cria um vácuo que é muitas vezes preenchido por versões falsificadas. No ano passado, a escassez global de produtos indicados para controlar o diabetes tipo 2 e, às vezes, também aprovados para perda de peso, conhecidos como produtos agonistas do receptor do peptídeo 1 semelhante ao glucagon (GLP-1-RA), foram associados a um aumento nos relatos de GLP-1-RA falsificado”, aponta o comunicado.

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