O documento não será obrigatório, mas poderá ser solicitado no embarque aéreo, em eventos ou na entrada de lugares públicos

O “passaporte sanitário” da União Europeia estará disponível até “meados de junho” em versão física ou digital, anunciou neste domingo (28) o comissário europeu de Mercado Interno, o francês Thierry Breton.

Em entrevista à emissora de rádio “RTL”, Breton deu um calendário mais concreto e com mais detalhes específicos do que a Comissão Europeia já havia antecipado.

Breton detalhou que o documento, além de um código QR, no qual estarão incluídos o nome, a data de nascimento e o número do passaporte, dirá se a pessoa já foi vacinada e com qual tipo de vacina, se teve covid-19 e se é ou não portador de anticorpos.

Para quem não tiver sido vacinado nem sofrido a doença “será pedido um teste de PCR, no qual se saberá a situação”. O documento não será obrigatório, mas poderá ser solicitado no embarque aéreo, em eventos ou na entrada de lugares públicos.

A França insistia que esse certificado europeu não deveria depender apenas da vacinação porque seria discriminatório para quem não pôde ser imunizado.

A Comissão Europeia anunciou no dia 17 de março o projeto de certificado digital que permita que os cidadãos da UE viagem, com o objetivo inicial finalizar a iniciativa antes do verão, possivelmente em junho.

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