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Ex-presidente do COB, que foi derrotado na última eleição da entidade por Marco La Porta, é candidato único em eleição do judô

Após sete anos na presidência do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Paulo Wanderley, que foi derrotado no último pleito da entidade por Marco La Porta, volta ao movimento olímpico no país. Ele, que é o segundo vice-presidente do Odesur (Comitê Executivo da Organização Desportiva Sul-americana), será empossado como presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), neste sábado.
É candidato único e tem três vices: Jaciano Delmiro da Silva (presidente da Federação de Pernambuco), Marcelo Ornelas da Cruz França Moreira (presidente da Federação de Belo Horizonte) e Solange de Almeida Pessoa Vincki (ex-atleta olímpica).
Marcelo Ornelas era cotado para assumir a cadeira do mandatário Silvio Acácio Borges, mas comenta-se nos bastidores que Wanderley “não queria concorrência”.
Também fala-se que Wanderley pretende concorrer à presidência do COB em 2028. E que voltando à CBJ, se manteria atuante no movimento olímpico no país. Em 2028, Wanderley terá 78 anos.
Wanderley foi presidente da CBJ por 16 anos, antes de compor chapa ao lado de Carlos Arthur Nuzman para presidência do COB em 2016. Depois de 22 anos no cargo, Nuzman renunciou após ser preso e afastado das funções como dirigente esportivo durante investigação por supostamente intermediar a compra de votos de membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) na eleição que definiu o Rio como sede olímpica. Wanderley assumiu o comando do COB à época.
Há cinco meses ele tentou se reeleger para a presidência do COB pela terceira vez seguida, o que não é permitido por lei. Sua candidatura foi aceita e ele perdeu nas urnas. Na ocasião disse que ia descansar em sua casa, em Maceió, ao lado da esposa.
Wanderley deve levar Kenji Saito consigo. Saito foi gestor da base no último mandato de Wanderley na CBJ. Ele também foi Diretor de Desenvolvimento Esportivo no COB e bastante criticado. Quando La Porta assumiu a presidência do COB, no início do ano, ele foi desligado do cargo.
O maior desafio de Wanderley não deve ser na área técnica, que está bem estabelecida nas mãos de Marcelo Teotônio, Gerente de Alto Rendimento. O judô teve excelente campanha nos Jogos de Paris-2024.
A CBJ está sem patrocínio desde 2021, quando o Bradesco encerrou parceria de 11 anos. A modalidade tem fornecedor de material esportivo e mais nada. Sobrevive com a verba das Loterias e de projetos com lei de incentivo fiscal.

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