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Partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL espera que o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), se filie entre junho e agosto. A intenção é que Tarcísio atue pela legenda já nas eleições municipais, em outubro, fazendo viagens junto com o ex-mandatário para buscar votos especialmente no interior do estado. Tarcísio, entretanto, ainda resiste à possibilidade de migrar para a sigla antes das eleições.
Um dos motivos alegados é a possibilidade de atrapalhar a empreitada do Republicanos em eleger prefeitos em São Paulo. Além disso, ele teme que uma migração partidária afete o arco de apoios montado na Assembleia Legislativa (Alesp), que conta com deputados do PSD, MDB e PP, por exemplo.
Para atrair o governador e não atrapalhar o seu atual partido, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, sugeriu um acordo para que a sigla de Bolsonaro não lance candidatos em municípios nos quais o Republicanos já têm prefeitos que buscam a reeleição. É o caso, por exemplo, de Campinas e Sorocaba. No atual partido de Tarcísio, a saída é dada como certa até mesmo pelo presidente da legenda, Marcos Pereira.
Pereira, que é tido como um dos principais nomes para a sucessão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), poderia aceitar a saída pacífica de Tarcísio do Republicanos antes mesmo da eleição municipal, sob a condição de que teria o apoio dos bolsonaristas em uma eventual candidatura à presidência da Casa. Ele procura restabelecer diálogos com o ex-presidente como forma de se cacifar ao cargo e fez contato com interlocutores de Bolsonaro no último mês, após desavenças nos últimos anos. A sinalização do ex-mandatário teria sido positiva em relação à possibilidade de um encontro.
Tarcísio já externou a vontade de ir para o partido de Bolsonaro até o final do ano. Após o ato na Avenida Paulista em que esteve ao lado do ex-presidente, se tornou ainda mais incômodo o fato de o Republicanos estar mais próximo do governo Lula e ter um ministério, o de Portos e Aeroportos. Com a inelegibilidade de Bolsonaro, Tarcísio é visto como uma das alternativas da direita para a disputa com o atual presidente.
Publicamente, o governador de São Paulo se esquiva sobre a possibilidade de troca partidária.
— Hoje nós temos um time, que tem Republicanos, PL, PSD, PP, MDB e Podemos. Esse time está unido, então vamos trabalhar para que a gente tenha, em outubro, uma eleição municipal muito bem-sucedida. Estamos trabalhando dentro do normal, do que está previsto hoje, sem nenhuma mudança à vista de curto prazo — desconversa.

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