
São Paulo confirma 16º caso de sarampo e amplia vacinação
Pacientes foram diagnosticados na capital e em mais duas cidades

Decisão da ANS é para câncer de ovário e de próstata metástico Os planos de saúde terão que garantir a cobertura de dois novos tratamentos contra o câncer no país. A decisão foi tomada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em reunião no dia 2 de maio deste ano. A resolução […]
Decisão da ANS é para câncer de ovário e de próstata metástico
Os planos de saúde terão que garantir a cobertura de dois novos tratamentos contra o câncer no país. A decisão foi tomada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em reunião no dia 2 de maio deste ano. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União uma semana depois.
![]()
Foto: Reprodução/ TV Brasil
A atualização da lista de coberturas obrigatórias, a segunda realizada neste ano, determina a cobertura, pelos planos, de um tratamento contra o câncer de ovário (olaparibe em combinação com bevacizumabe) e contra o câncer de próstata metastático (darolutamida em combinação com docetaxel).
A resolução da ANS também prevê cobertura para o teste genérico de deficiência de recombinação homóloga, usado para diagnosticar as pacientes elegíveis ao tratamento com a associação olaparibe e bevacizumabe.
Em fevereiro deste ano, a ANS já havia determinado a incorporação de quatro tratamentos ao rol de procedimentos obrigatórios: onasemnogeno abeparvoveque (para bebês com atrofia muscular espinhal), dupilumabe (para adultos com dermatite atópica grave), zanubrutinibe (para adultos com linfoma de células do manto) e romosozumabe (para mulheres idosas com osteoporose na pós-menopausa).
Edição: Kelly Oliveira
Fonte: Agência Brasil

Pacientes foram diagnosticados na capital e em mais duas cidades

Há oportunidades disponíveis para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Os salários oferecidos chegam a R$ 5 mil

Objetivo é traçar metas para eliminar a doença até 2030

Movimentos dão mais autonomia para enfrentar a doença, enquanto especialistas reforçam que a prática deve ser adaptada às condições de cada pessoa
