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Quatro filhotes de cães estão em treinamento pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) para atuar no combate ao crime na capital federal. A destreza e o tamanho parecem de cachorros adultos. Três pastores da raça belga-malinois – Atena, Izzy e Chacal – e um pastor-alemão, Sirius, são as novas feras em treinamento no quartel […]
Quatro filhotes de cães estão em treinamento pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) para atuar no combate ao crime na capital federal. A destreza e o tamanho parecem de cachorros adultos. Três pastores da raça belga-malinois – Atena, Izzy e Chacal – e um pastor-alemão, Sirius, são as novas feras em treinamento no quartel do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães).
Os futuros operadores, que têm entre seis meses e um ano e meio de idade, se exercitam diariamente em atividades com os policiais. Com 48 cães farejadores no plantel, o BPCães os divide por área de atuação: detecção de entorpecentes e armas de fogo, detecção de explosivos, busca e captura por odor específico e guarda e proteção. A partir dos três meses, em média, o animal já está apto para iniciar os treinos.
“Antes de ser colocado neste trabalho, o filhote passa por uma seleção, e aí são analisados os indicativos, se ele tem os impulsos para se tornar um cão policial e participar do trabalho diário”, explica o aspirante a oficial Davi Cruz, chefe de um dos pelotões do batalhão. “Em no máximo um ano e meio, ele é considerado um cão formado, a depender do rendimento.”
O binômio cão-policial, como costumam falar os agentes, segue em missões policiais lado a lado – o “aluno” e seu respectivo treinador. “Temos nossas próprias demandas, mas nosso batalhão também é de apoio; diariamente, há solicitação de outras forças de segurança para localizar droga ou buscar fugitivos”, afirma o sargento Franque Salviano, treinador de Izzy, a fêmea aprendiz na área de busca por drogas e armas de fogo.
Já o “coleguinha” Chacal, com seis meses de idade e pelagem negra, atua na área de busca a partir de um cheiro apresentado. Conforme os policiais, é um treinamento intensificado nos últimos tempos e motivado pelo caso Lázaro – o assassino em série que passou 20 dias em fuga na mata em cidades goianas e que deixava objetos e roupas pelo caminho.

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