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Na tentativa de compor uma Esplanada dos Ministérios com maior presença feminina, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva considera nomear mulheres para as pastas sociais da futura gestão. A ideia é chegar a um terço de mulheres na nova equipe ministerial, que deve ser composta por pelo menos 33 pastas. Em conversas reservadas, […]
Na tentativa de compor uma Esplanada dos Ministérios com maior presença feminina, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva considera nomear mulheres para as pastas sociais da futura gestão.
A ideia é chegar a um terço de mulheres na nova equipe ministerial, que deve ser composta por pelo menos 33 pastas. Em conversas reservadas, relatadas à CNN, Lula tem manifestado preocupação com a pouca presença feminina na foto oficial da nova Esplanada dos Ministérios.
A cobrança por maior número de mulheres, em comparação a gestões petistas passadas, tem sido feita, segundo aliados do presidente eleito, também pela futura primeira-dama Rosângela Silva, para a qual uma maior equidade de gênero seria um aceno importante neste momento.
A fotografia do gabinete de governo anunciado em 2021 pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, com a presença de diversidade de gênero e de raça, tem sido citada como um referencial por integrantes do gabinete de transição.
As pastas sociais para as quais a nova gestão considera nomes de mulheres são Desenvolvimento Social, Povos Originários, Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial. Para Desenvolvimento Social, por exemplo, o petista tem preferência pela senadora Simone Tebet (MDB-MS). Para Direitos Humanos, considera a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), enquanto que para Mulheres considera a ex-deputada federal Manuela d’Ávila, do PCdoB.
Para Igualdade Racial, são considerados os nomes da ex-ministra da pasta Nilma Gomes e da socióloga Vilma Reis. Para Povos Originários, a favorita é a deputada federal eleita Sônia Guajajara (PSOL-SP). Para chegar a um terço, aliados do presidente eleito defendem mulheres também na equipe econômica. O nome da economista Ana Carla Abrão tem ganhado força para o Planejamento, caso o economista Pérsio Árida continue a resistir em assumir o posto.

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