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Equipes da Secretaria de Saúde vistoriaram mais de 170 mil imóveis em um mês e encontraram 34,9 mil objetos ou espaços com acúmulo de água suficiente para gerar criadouros O saudável hábito de cultivar plantas em casas e apartamentos exige atenção para que não se torne um problema de saúde. Vasilhames em que as vasos […]
Equipes da Secretaria de Saúde vistoriaram mais de 170 mil imóveis em um mês e encontraram 34,9 mil objetos ou espaços com acúmulo de água suficiente para gerar criadouros
O saudável hábito de cultivar plantas em casas e apartamentos exige atenção para que não se torne um problema de saúde. Vasilhames em que as vasos são depositados podem se tornar focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A situação é relatada por agentes de vigilância ambiental que visitam diariamente imóveis em todo o Distrito Federal.
Fotos: Divulgação/Defesa Civil
Semanalmente, equipes da Secretaria de Saúde definem os locais onde as equipes de vigilância ambiental irão, com base na incidência da dengue. Só em janeiro, eles estiveram em 176.835 imóveis no DF, onde foram encontrados 34,9 mil objetos ou espaços com acúmulo de água suficiente para gerar criadouros. Os que contêm ovos ou larvas são tratados com inseticida. Já a aplicação do fumacê é outra estratégia adotada onde há mais casos identificados.
“A população também precisa fazer o papel de agente”, afirma a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental do Guará, Herica Pereira. Ela explica que os ovos do mosquito podem esperar até 450 dias em locais secos, prontos para eclodirem assim que houver contato com a água. “É imprescindível que vasilhames que possam acumular água sejam limpos e esvaziados uma vez por semana para eliminar os ovos”, completou.
Imagem: Divulgação/Secretaria de Saúde
Outra atitude é colaborar com o trabalho dos agentes de vigilância ambiental. “A população tem que se engajar porque é uma questão de saúde pública. Temos que acolher esse profissional porque ele está ali para ajudar a todos”, diz Guilherme dos Reis, morador do Guará.
*Com informações da Secretaria de Saúde do DF
Agência Brasília* | Edição: Rosualdo Rodrigues

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