
Mega-Sena sorteia hoje prêmio estima em R$ 7 milhões
Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília

Última sessão de discussão deve acontecer em 14 de novembro
O relator do principal projeto da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou nesta quarta-feira o cronograma de tramitação que prevê a realização de 11 audiências antes da votação da proposta no Senado. O plano de trabalho foi aprovado pela Comissão de Constuição e Justiça (CCJ).
O cronograma prevê que a primeira sessão de debate vai acontecer no dia 29 de outubro e a última em 14 de novembro. O plano apresentado ainda estabelece a realização de duas sessões de debates com governadores e prefeitos no plenário principal do Senado antes da votação.
Braga e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, atuam para que o projeto seja aprovado ainda neste ano. Segundo o relator, a intenção é colocar o texto para votação “o mais breve possível”.
— A expectativa é de que possamos viabilizar a votação da matéria da forma mais breve possível, sem açodamentos ou atropelos, com a ampla participação de todos que se dispuserem a participar da construção de um consenso em torno do projeto — declarou.
A leitura do plano de trabalho da proposta feita por Braga nesta quarta na CCJ é o primeiro passo na discussão do projeto. Depois de passar pelo colegiado, o texto segue para o plenário do Senado, e caso sofra mudanças, retorna à Câmara.
Segundo Braga, a Câmara deve ter a palavra final sobre o texto antes de uma eventual sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
— Nós temos a responsabilidade de aprovar um texto, no Senado, que aprimore a regulamentação. E mais do que isso: esse texto terá que ser negociado com a Câmara dos Deputados, porque, no caso de projeto de lei, a Câmara tem a palavra final — disse Braga.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na semana passada, que ele e Pacheco se comprometeram a entregar o “projeto votado” ainda em novembro deste ano.
A proposta prevê regras e guias para as cobranças dos três impostos sobre o consumo ,IBS, CBS e Imposto Seletivo e isenções de tributos, como a alíquota zero para carnes. Este é considerado o principal projeto de regulamentação da reforma tributária.
Durante a leitura do plano de trabalho, Braga ainda disse que apoia que seja implementada uma trava para impedir o aumento de impostos e “assegurar a neutralidade da futura carga tributária do consumo”.

Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília

Receita pretende simplificar obrigação criada por reforma tributária

Desse total, 75 grupos familiares que pela primeira vez recebem o benefício deverão retirar o documento a partir desta segunda-feira (29) no BRB; demais contemplados podem utilizar o mesmo cartão

Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias
