
Investigação da PF indica que emenda do Banco Master ameaçaria a estabilidade do FGC
Proposta de Ciro Nogueira deixaria o fundo sem margem de manobra

Dados da Cielo apontam queda de 16,8% no movimento do comércio em Porto Alegre. Estudo usou dados do Katrina para estimar efeito no crescimento da economia brasileira
As vendas do varejo de bens e serviços em Porto Alegre tombaram 16,8% na quinta semana das enchentes históricas que assolam o Rio Grande do Sul, entre os dias 27 de maio e 2 de junho, frente a igual semana de 2023, mostram dados preliminares do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).
E pesquisas recentes apontam que a tragédia gaúcha deverá reduzir o crescimento do PIB brasileiro em até 0,3 ponto percentual. A economia do Rio Grande do Sul tem peso de 6,5% no PIB nacional.
O índice da Cielo acompanha o comércio e os serviços com base nos dados das maquininhas de cartões. Para analisar os efeitos da tragédia climática no Rio Grande do Sul na economia, os pesquisadores da Cielo desagregaram os dados em três áreas geográficas: a capital gaúcha, o estado como um todo e as 30 cidades mais afetadas pelas enchentes, conforme um estudo da UFRGS.
Considerando o Rio Grande do Sul como um todo, e não apenas a capital, as vendas tombaram 15,7% na segunda semana de enchentes, ante igual período de 2023, mas, na semana terminada no último dia 2, a queda foi de 0,6%.
Segundo Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, houve queda em todos os setores em Porto Alegre, desde postos de combustíveis, supermercados e farmácias a vestuário e alimentação.
A tragédia climática no Rio Grande do Sul parou a economia do estado desde fins de abril e deixará um rastro de destruição de capacidade produtiva, pesando negativamente sobre a economia nacional.
Replicando a metodologia de um estudo do Departamento do Comércio dos EUA, de 2006, que avaliou os impactos que o rastro de destruição deixado pelo furacão Katrina na economia americana em 2005, a equipe de economistas da gestora G5 Partners estima que a economia brasileira poderá crescer 0,3 ponto percentual a menos neste ano só devido ao impacto das chuvas no Rio Grande do Sul.
Outro estudo, do banco Bradesco, corrobora que o PIB poderá crescer de 0,2 a 0,3 ponto percentual a menos deste ano. “Ainda sem muita informação e de difícil mensuração, temos também que levar em conta os danos sobre as estruturas físicas. Os setores com maior potencial de perdas nesse sentido são o agropecuário, indústria e transportes”, diz um trecho do relatório do Bradesco.
O Rio Grande do Sul pesa 6,5% na economia nacional, segundo o IBGE. Parte do efeito negativo deverá ser transitório, diante da injeção de recursos federais para a recuperação. Os impactos também deverão variar conforme os setores da economia.

Proposta de Ciro Nogueira deixaria o fundo sem margem de manobra

Data é válida para quem optar por quitar à vista. Cerca de 900 mil imóveis e terrenos, comerciais e residenciais, estão aptos a recolher o imposto no DF

Rendimentos creditados nas contas somam R$ 6,3 bilhões, diz BC

No Dia Nacional do Turismo, capital federal registra crescimento acima da média nacional, conquista reconhecimento no turismo de negócios e fortalece setores como eventos, hotelaria, gastronomia e cultura com geração de emprego e renda
