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Sensores de pele ajudam pacientes com diabetes a acompanhar a glicemia em tempo real

3 de julho, 2026 | Por: Agência Brasília

Programa da Secretaria de Saúde é oferecido a adultos e crianças. Solicitação do serviço é feita por meio de formulário eletrônico

A enfermeira Mariana Rodrigues, de 27 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes aos 17. Logo passou a fazer o uso de sensores e leitores de glicemia. “Hoje, eu já não consigo viver sem!”, define. O equipamento fornece dados contínuos, que permitem visualizar as flutuações diárias dos níveis de glicose. 

Sensor colocado no braço permite que pessoas com diabetes visualizem, em tempo real, as flutuações dos níveis de glicose | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde

“No começo, a gente pensa: vai me poupar de ficar furando o dedo toda hora. Quando começa a usar, vê que é muito mais que isso. Dá tranquilidade para quem tem diabetes”Mariana Rodrigues, enfermeira

Além disso, o equipamento permite ajustes mais precisos na prescrição de dieta, exercício físico e medicação, o monitoramento detecta rapidamente episódios de hipoglicemia e hiperglicemia, que exigem intervenções rápidas e eficazes. “No começo, a gente pensa: vai me poupar de ficar furando o dedo toda hora. Quando começa a usar, vê que é muito mais que isso. Dá tranquilidade para quem tem diabetes”, comemora Mariana Rodrigues.

O programa de Monitorização Contínua de Glicose (MCG) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) é uma inovação e está em vigência há cinco anos e meio, desde dezembro de 2020. O serviço é oferecido a adultos e crianças que tenham diagnóstico de Diabetes Tipo 1 (DM1).

Assistência especializada

Além de contribuir para a gestão da saúde pelo próprio usuário, o dispositivo também favorece a atuação profissional. “A impressão que dá é que estávamos enxergando uma fenda pequena, e hoje abrimos uma janela”, exemplifica a médica do ambulatório de endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Thais Lauand. 

Pouco depois que recebeu o diagnóstico de diabetes, a enfermeira Mariana Rodrigues, 27, passou a fazer uso dos dispositivos. “Hoje eu já não consigo viver sem!”, define. Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF

O MGC permite o acesso a dois sensores por mês. A solicitação é feita por meio de formulário eletrônico e a documentação e os critérios de inclusão são analisados por uma equipe específica.

Em caso de aprovação, são informadas as orientações para a retirada dos sensores e as rotinas obrigatórias do programa. Saiba mais pela página oficial da SES-DF https://www.saude.df.gov.br/diabetes.

*Com informações da SES-DF

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