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Aos primeiros sinais, o paciente deve procurar a UBS mais próxima para ser avaliado por um profissional de saúde A dengue merece a nossa atenção, da mesma forma que a transmissão do novo coronavirus. A Secretaria de Saúde já registrou 2.093 casos em 2022. O caso clássico de dengue apresenta febre e, pelo menos, mais […]
Aos primeiros sinais, o paciente deve procurar a UBS mais próxima para ser avaliado por um profissional de saúde
A dengue merece a nossa atenção, da mesma forma que a transmissão do novo coronavirus. A Secretaria de Saúde já registrou 2.093 casos em 2022.
O caso clássico de dengue apresenta febre e, pelo menos, mais dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça ou no corpo, atrás dos olhos, nas articulações ou manchas vermelhas na pele. Ou seja, sintomas bem parecidos com as demais arboviroses. O que varia, na maioria dos casos, é a intensidade de cada mal-estar.

Assim, quando surgirem os sintomas, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para ser avaliado por um profissional de saúde para receber o diagnóstico correto.
Para a dengue, é fundamental realizar a chamada prova do laço. “Desenhamos um quadrado na pele e, com o auxílio do equipamento de pressão, verificamos quantas manchas vermelhas aparecem no espaço, apontando o sinal de gravidade da doença”, explica Geandro Dantas, enfermeiro da área técnica da Gerência da Estratégia Saúde da Família.
Dependendo do resultado, o paciente pode ser monitorado em casa ou realizar exame para verificação da concentração de hematócitos e plaquetas no sangue.
Porém, é preciso ficar atento ao aparecimento dos sinais de alarme, como vômito persistente, dor abdominal intensa, sangramentos de mucosas, dor no fígado e queda de pressão. “São sinais de alerta que podem evoluir para a necessidade de hospitalização e o paciente corre perigo de óbito”, enfatiza Fabiano.
Nesses casos, a pessoa deve ir a um serviço de emergência, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou pronto-socorro dos hospitais. Geandro diz que, ao apresentar os sinais de alarme, o paciente precisa ser monitorado. “O tratamento vai ser mais intenso e os exames serão repetidos com maior periodicidade para evitar uma piora do quadro, que pode evoluir para choque e óbito”, destaca o enfermeiro.
*Com informações da Secretaria de Saúde

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