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Quinze por cento dos jogadores aptos a disputar a competição pelos clubes do país vêm do exterior
Os sete times brasileiros que disputam a edição deste ano da Libertadores apostaram forte nos jogadores estrangeiros. Juntos, Atlético-MG, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Palmeiras e São Paulo inscreveram 52 atletas de outras nacionalidades na principal competição continental. O número significa 15% do total — cada clube poderia ter até 50 inscritos e só dois ficaram um pouco abaixo desse número — e mostra a força econômica do Brasil no mercado sul-americano.
O líder da lista é o São Paulo, que elegeu dez gringos que podem ser escalados durante toda a Libertadores. São oito sul-americanos e dois africanos: o ganês King Faisal, de 19 anos, e o senegalês Iba Ly, de 21 anos, ambos vindos das categorias de base.
Logo depois vem o Botafogo, com nove atletas. A nacionalidade que se destaca é a uruguaia: Mateo Ponte, Damián Suárez e Diego Hernández são os representantes do país. No Flamengo, quinto do ranking, os celestes também se destacam: são quatro dos sete estrangeiros do rubro-negro: os meio-campistas Arrascaeta e De La Cruz, e os laterais Matías Viña e Varela. A novidade fica por conta do nigeriano Shola, de 19 anos, primeiro africano a ser contratado pela base do clube.

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