
Congresso tem 32 medidas provisórias para serem votadas
As MPs produzem efeitos imediatos, mas dependem da aprovação do Congresso para serem convertidas em lei

Deputados devem questionar ministro sobre inquéritos contra deputados bolsonaristas
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, vai participar nesta terça-feira de duas audiências públicas no Congresso. Ele vai nesta manhã para a Comissão de Segurança Pública do Senado e, à tarde, estará na mesma comissão temática na Câmara.
Nos dois casos o ministro foi convidado por meio de requerimentos de parlamentares da oposição. Na Câmara foram pelo menos 21 pedidos. Entre as demandas estão cobranças de esclarecimentos sobre a política de acesso às armas; o caso de importunação sexual envolvendo o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, que nega as acusações; a crise das queimadas; o Fundo de Segurança Pública; a abertura de inquérito contra os deputados Marcel Van Hatten (Novo-RS) e Cabo Gilberto (PL-PB) por ataques feitos a um delegado; e o desejo do governo de regulamentar abordagens policiais
O presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara é o deputado Alberto Fraga (PL-DF), coordenador da bancada da bala e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já no Senado o colegiado é comandado por Sérgio Petecão (PSD-AC), que não costuma fazer críticas ácidas ao governo. Ainda assim, a ida do ministro atende a um pedido de um parlamentar da oposição, o senador Sergio Moro (União-PR), que comandou a pasta da Justiça no governo Bolsonaro.
Moro quer que o ministro fale sobre o assassinato, ocorrido no aeroporto de Guarulhos, de um delator do PCC.
Também é esperado que Lewandowski trate das ações na pasta nas duas comissões. A principal iniciativa do ministério envolvendo o Congresso é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dá mais competência para a União na gestão da segurança, integrando o governo federal a estados e municípios nessa área. O texto ainda está em análise pela Casa Civil e ainda não foi enviado ao Congresso.

As MPs produzem efeitos imediatos, mas dependem da aprovação do Congresso para serem convertidas em lei

Nunes Marques marcou encontro para o dia 17 de agosto

Ex-governador centrou críticas a Lula e ao PT e tenta se mostrar como alternativa ao bolsonarismo

Declarações dadas por Javier Milei durante agenda em São Paulo foram classificadas como inaceitáveis
