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Policial invadiu local com armas de fogo e faca e assassinou 23 crianças entre 2 e 3 anos, além dos adultos e da própria família A Tailândia começou a enterrar, nesta terça-feira (11), as 37 vítimas de um policial que invadiu uma creche e realizou um massacre na última quinta-feira. Sentimentos como emoção, comoção, raiva e […]
Policial invadiu local com armas de fogo e faca e assassinou 23 crianças entre 2 e 3 anos, além dos adultos e da própria família
Na foto acima, familiares enlutados prestam homenagens aos mortos na tragédia. Grande parte das vítimas será cremada conforme as tradições do país
Os caixões das crianças foram carregados por uma multidão que estava no local para se despedir das vítimas. Das 37 pessoas assassinadas, 23 eram crianças com idade entre 2 e 3 anos
Nesta imagem, é possível ver a sequência de caixões postos lado a lado no velório coletivo
Os familiares estavam incrédulos para com a violência contra as crianças que morreram no ataque. O autor do crime, um ex-policial de 34 anos, ainda assassinou a própria família e cometeu suicídio, em um dos maiores massacres já registrados na história do país asiático
Como os caixões estavam lacrados, parentes das vítimas carregaram cartazes com o rosto delas. Quando invadiu o berçário, o criminoso estava armado com um fuzil, uma pistola e uma faca, informou o coronel Jakkapat Vijitraithay, da polícia provincial de Nong Bua Lam Phu
Nanthicha Punchum, diretora da creche, explicou que “o agressor estacionou em frente à creche, atirou e matou quatro trabalhadores que estavam almoçando no local”. Segundo ela, o assassino “derrubou a porta da frente com o pé, entrou e começou a cortar a cabeça das crianças com uma faca”
Conforme prega a tradição na Tailândia, os caixões com as vítimas foram cremados

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