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Tailândia: Emoção, desespero e raiva marcam enterro depois de massacre
11 de outubro, 2022
Policial invadiu local com armas de fogo e faca e assassinou 23 crianças entre 2 e 3 anos, além dos adultos e da própria família A Tailândia começou a enterrar, nesta terça-feira (11), as 37 vítimas de um policial que invadiu uma creche e realizou um massacre na última quinta-feira. Sentimentos como emoção, comoção, raiva e […]
Policial invadiu local com armas de fogo e faca e assassinou 23 crianças entre 2 e 3 anos, além dos adultos e da própria família
Na foto acima, familiares enlutados prestam homenagens aos mortos na tragédia. Grande parte das vítimas será cremada conforme as tradições do país
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Os caixões das crianças foram carregados por uma multidão que estava no local para se despedir das vítimas. Das 37 pessoas assassinadas, 23 eram crianças com idade entre 2 e 3 anos
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Nesta imagem, é possível ver a sequência de caixões postos lado a lado no velório coletivo
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Os familiares estavam incrédulos para com a violência contra as crianças que morreram no ataque. O autor do crime, um ex-policial de 34 anos, ainda assassinou a própria família e cometeu suicídio, em um dos maiores massacres já registrados na história do país asiático
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Como os caixões estavam lacrados, parentes das vítimas carregaram cartazes com o rosto delas. Quando invadiu o berçário, o criminoso estava armado com um fuzil, uma pistola e uma faca, informou o coronel Jakkapat Vijitraithay, da polícia provincial de Nong Bua Lam Phu
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Nanthicha Punchum, diretora da creche, explicou que “o agressor estacionou em frente à creche, atirou e matou quatro trabalhadores que estavam almoçando no local”. Segundo ela, o assassino “derrubou a porta da frente com o pé, entrou e começou a cortar a cabeça das crianças com uma faca”
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022
Conforme prega a tradição na Tailândia, os caixões com as vítimas foram cremados
Lillian Suwanrumpha/AFP – 11.10.2022