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Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

É preciso manter boa hidratação e evitar atividades físicas ao ar livre em determinados horários
O tempo seco se tornou um motivo de preocupação em diversas áreas do país, de acordo com a MetSul Meteorologia. Com a diminuição da umidade do ar, consequência do atual cenário, o corpo humano pode sofrer consequências negativas. Por isso, é importante tomar medidas para se proteger.
O clima seco dificulta a respiração de quem tem problemas como bronquite e asma e pode provocar sangramentos de nariz. No caso do sol forte, a pele é a parte mais sacrificada, e por isso recomenda-se cobrir bem o corpo com roupa. Especialistas recomendam beber bastante água para manter a hidratação, bem como fazer refeições nutritivas para repor minerais perdidos no suor – sem nunca abusar da comida para não ter indisposição.
O tempo seco também é um predisposto para doenças do sistema respiratório, como rinite e sinusite, por exemplo. Quando o ar está muito seco, ele acaba desidratando a mucosa respiratória e diminui os cílios de proteção presente no nariz. Favorecendo alergias e entrada de bactérias, o que pode levar a essas doenças.
No que concerne à gravidade da pouca umidade no ar, entre 20 e 30% é considerado estado de atenção. Quando a umidade do ar se encontra entre 20 e 12% já é considerado estado de alerta. Logo, abaixo de 12% de umidade no ar considera-se estado de emergência.
Além da hidratação e de uma boa alimentação, especialistas também recomendam outros tipos de cuidados, como:
Crianças e idosos são os mais afetados pela baixa umidade do ar, por isso, é necessário atenção especial a esses dois grupos de pessoas. O cuidado essencial, neste caso, é incentivar a ingestão de bastante água, além de sucos naturais feitos de maneira adequada, e água de coco.

Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

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