
Com trocas avaliadas por Lula, Forças Armadas devem ter primeiros comandantes que iniciaram carreira já após a ditadura
Atual chefe do Exército pode ir para o GSI, e saída de José Múcio também é esperada

Receita Federal suspendeu imunidade tributária sobre a contribuição previdenciária de ministros; benefício havia sido concedido em 2022, durante o governo Bolsonaro A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, composta por 132 deputados e 14 senadores, emitiu nesta quarta-feira uma nota de repúdio um ato promovido pela Receita Federal: a anulação da isenção tributária sobre a […]
Receita Federal suspendeu imunidade tributária sobre a contribuição previdenciária de ministros; benefício havia sido concedido em 2022, durante o governo Bolsonaro
A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, composta por 132 deputados e 14 senadores, emitiu nesta quarta-feira uma nota de repúdio um ato promovido pela Receita Federal: a anulação da isenção tributária sobre a contribuição previdenciária de ministros de todas as religiões. O benefício no Imposto de Renda havia sido concedido às vésperas das eleições de 2022, último ano do governo de Jair Bolsonaro (PL), que tentava à reeleição.
No texto assinado pelos parlamentares das duas casas, a bancada afirma ver com “estranheza” a atitude do governo federal. Segundo os evangélicos, ações como essa afastam os cristãos de Lula (PT).
“Fica muito claro os ataques que continuamente vêm sendo feitos ao segmento cristão através das instituições governamentais, atacando aqueles que não apoiam suas propostas. Trata-se de um ‘ataque explícito’ ao segmento religioso, parcela importante da sociedade brasileira”, diz trecho do pronunciamento.
Os senadores e deputados dizem ainda que a anulação gera insegurança jurídica, visto que caberá a cada técnico decidir como aplicar a imunidade tributária prevista pela Constituição Federal. Neste contexto, solicitam que o governo reveja o ato. “Atacar o segmento cristão como um todo nunca será uma atitude condizente com quem prega pacificação e na prática comete atos de perseguição”, finalizam.
O impasse gera uma nova rusga entre o presidente Lula (PT) e os evangélicos. Desde o início do governo, líderes reclamam da ausência de proximidade com o Palácio do Planalto, enquanto pastores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro mantém críticas ao petista.
Legenda da Foto: Café da manhã com a Bancada Evangélica do Congresso Nacional no governo do ex-presidete Bolsonaro – Foto: Marcos Corrêa/PR

Atual chefe do Exército pode ir para o GSI, e saída de José Múcio também é esperada

Lula precisa fechar acordo com Davi Alcolumbre, que defende ex-senador na Corte, antes da chegada de nova bancada

Governo argentino comunicou a entrada e a saída da família; destino final seriam os Estados Unidos, onde o candidato derrotado à Presidência da República poderia ter asilo político concedido

Deputados de diferentes partidos avaliaram os resultados do segundo turno e as perspectivas para os governos federal e distrital a partir de janeiro
