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Partido Novo pede a cassação do mandato de Glauber Braga por ‘violação às normas de decoro que exigem respeito’
O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) pede que o influenciador digital Felipe Neto seja levado à Câmara como sua testemunha no processo aberto pelo partido Novo que tramita no Conselho de Ética da Casa Legislativa. A legenda pede a cassação do mandato de Glauber por “violação às normas de decoro que exigem respeito e decoro nas interações” após o parlamentar ter expulsado do Congresso, a pontapés, um integrante do MBL (Movimento Brasil Livre).
O colegiado aprovou no dia 11 de setembro a abertura do processo, que tramita com a relatoria do deputado Paulo Magalhães (PSD-BA). O grupo do MBL estava na Câmara para conversar com parlamentares contra a regulamentação do Uber. Após o incidente, Glauber Braga divulgou uma nota afirmando que “não se arrependia do que tinha feito” e que foi provocado pelo integrante do movimento.
A representação do Novo contra Braga também cita um desentendimento do parlamentar com Arthur Lira, presidente da Câmara, em 2022.
“Durante sessão plenária no dia 31 de maio de 2022 o parlamentar se dirigiu de forma desrespeitosa ao presidente desta casa, deputado Arthur Lira, do Partido Progressista de Alagoas, questionando se ele não tinha vergonha e se referindo ao presidente como ditador”, diz a legenda no processo.
Além do influenciador, a defesa do psolista também solicitou que a ex-esposa de Lira — que chegou a acusar o parlamentar alagoano de agressão física, estupro e envolvimento em corrupção — seja testemunha no processo.
Na última participação de Neto em uma comissão da Câmara, em abril, o influenciador criticou o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) por ter arquivado o projeto de lei que tratava da regulamentação das redes. O youtuber chamou o parlamentar de “excrementíssimo”.
Cinco meses depois, o influenciador foi condenado a pagar uma indenização de R$ 20 mil a Lira. O valor foi 10% do pedido pelo parlamentar, de R$ 200 mil. Neto disse que iria recorrer da decisão.
“Parece que um juiz considerou que devo pagar R$ 20 mil ao Arthur Lira por falar a palavra ‘excrementíssimo’, mesmo depois de o processo criminal ser arquivado a pedido do Ministério Público. Ainda não fui citado, mas aviso que vamos recorrer quantas vezes forem necessárias”, afirmou.

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