
Fachin escolhe Cármen Lúcia para relatoria do Código de Ética do STF
Presidente da Corte diz que buscará diálogo para aprovar texto

O PL foi encaminhado pelo Executivo no final de janeiro, acompanhado de justificativa por parte do Ibram.

Foto: Divulgação/Brasília Ambiental
Com o intuito de prevenir e combater os incêndios florestais em unidades de conservação distrital, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) poderá contratar brigada especializada, de forma direta ou indireta, de forma contínua. É o que prevê o projeto de lei nº 1.493/2025, aprovado pela Câmara Legislativa com emendas, em dois turnos e redação final, na terça-feira (18/3).
O PL foi encaminhado pelo Executivo no final de janeiro, acompanhado de justificativa por parte do Ibram. No documento, o presidente da autarquia, Rôney Nemer, argumenta que, embora o Instituto Brasília Ambiental conte com uma equipe qualificada, o número de servidores é insuficiente para garantir a proteção das unidades de conservação.
Atualmente, a contratação de brigadistas está limitada a um período de seis meses, compreendendo apenas uma parte da estação de seca. “Além das ações de combate não abarcarem todo o período necessário, não se faz possível a realização de atividades de prevenção”, destaca Nemer.
Para o governo, ter uma brigada continuada, podendo ser renovada, tem vantagens operacionais e financeiras. “Com uma equipe de brigadistas em atividade permanente, há menos perda de tempo com treinamentos iniciais a cada ciclo e uma curva de aprendizado mais eficaz, resultando em maior capacidade técnica dos profissionais”, acrescenta o presidente do Ibram.
Com a tramitação concluída na Casa, o projeto volta ao Executivo. Apenas depois de sancionada (ou promulgada) e publicada, a norma passa a valer.

Presidente da Corte diz que buscará diálogo para aprovar texto

Com o fim do recesso parlamentar, o funcionamento da sede do Legislativo também volta ao horário integral, com horário de atendimento das 9h às 19h

As plataformas que oferecem serviço de transporte por aplicativo no Distrito Federal terão que oferecer uma categoria para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida

Legislação exige a divulgação de dados abertos sobre o sistema de transporte público coletivo
