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O Santuário Cristo Redentor, administrado pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, terá uma canal online para receber denúncias de crimes ambientais na Baía de Guanabara. A iniciativa é parte de uma plataforma multidigital lançada Intitulada Braços Abertos Sobre a Guanabara – Um pacto que gera impacto, ela está acessível ao público. “É um tecnologia a […]
O Santuário Cristo Redentor, administrado pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, terá uma canal online para receber denúncias de crimes ambientais na Baía de Guanabara. A iniciativa é parte de uma plataforma multidigital lançada Intitulada Braços Abertos Sobre a Guanabara – Um pacto que gera impacto, ela está acessível ao público.
“É um tecnologia a serviço de toda a população e das instituições. E que nasce a partir do nosso olhar. Daqui, podemos contemplar a baía e queremos interferir positivamente”, disse o reitor do santuário, Padre Omar. O religioso afirmou que o objetivo é mobilizar as pessoas e aproveitar a mídia espontânea gerada pelo Cristo Redentor. Em seu discurso, Padre Omar fez ainda menção à inauguração do monumento em 1931. “O Cristo Redentor viu essa baía limpa 90 anos atrás”.
A plataforma multidigital foi lançada no Dia da Baía de Guanabara, estabelecida pela Lei Estadual 3616/2001 para lembrar um dos maiores desastres ambientais do país. Nesta mesma data, em 2000, ocorreu o rompimento de um duto da Petrobras que ligava a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) a um terminal na Ilha D’Água. Foram liberados 1,3 milhão de litros de óleo cru.

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