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Estatal considera que a análise dessas áreas fundamentais para determinar se a recente descoberta de petróleo na região é comercialmente viável
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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou a Petrobras a perfurar mais três novos poços exploratórios na Bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá, que integra a Margem Equatorial. A decisão foi assinada nesta quinta-feira pelo presidente do Ibama, Jair Schmitt.
A Petrobras informou no dia 14 de agosto que encontrou petróleo no poço Morpho, a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. Após a descoberta, a Petrobras aguardava a autorização o Ibama para perfurar esses três novos poços exploratórios nas adjacências. São ele: Manga, PAD Morpho e Crotalus. Todos eles são no Bloco FZA-M-59.
O achado e a perfuração foram na Margem Equatorial, que promete ser a nova fronteira para exploração petrolífera no Brasil e para a qual a estatal reservou investimentos de US$ 2,5 bilhões entre 2026 e 2030.
A fase atual tem o objetivo de investigar se há mesmo a presença de petróleo em condições comerciais na região. Para isso, a empresa terá que cumprir uma série de condições, como planos e projetos ambientais . Entre as exigências, está implementar o Plano de Prevenção e Controle de Espécies Exóticas, projetos de comunicação social, de educação ambiental, de controle de poluição, de monitoramento ambiental, entre outros.
Pelas regras do Ibama, ainda, a Petrobras não poderá descartar no mar os cascalhos provenientes da perfuração da “fase reservatório”, onde está localizada a reserva principal de óleo, e aqueles oriundos de reservatórios mais rasos, em que foram confirmados a presença de óleo.
Também deverá disponibilizar a estrutura dos Centros de Atendimento à Fauna para atendimento e reabilitação de peixes-bois dos estados do Pará e Amapá, translocar animais selecionados para instalações ou recintos de aclimatação, manter o monitoramento dos animais pós-soltura.
A estatal já pagou R$ 163.241 pela emissão da licença, que vale por 120 dias e pode ser prorrogável.
Caso o Petrobras conclua que há condições de explorar a área comercialmente, a estatal precisa pedir uma nova licença.
Com 2.200 quilômetros na costa brasileira, a Margem Equatorial se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá. Segue ainda por países vizinhos, até a Guiana. Trata-se de uma região marítima com alto potencial petrolífero que se formou durante a abertura do Oceano Atlântico, a partir da fragmentação do antigo supercontinente Gondwana e da separação entre a América do Sul e a África.
Desde 2015, a Guiana acumulou descobertas de petróleo que levaram a estimativa de quase 11 bilhões de barris de óleo equivalente recuperáveis apenas no bloco Stabroek, operado pela ExxonMobil. No Suriname, descobertas no bloco 58 também confirmaram a presença de reservas.
A Bacia da Foz do Amazonas é uma das cinco bacias que integram a Margem Equatorial no Brasil. Apenas uma dessas cinco bacias, a Potiguar, já tem exploração de petróleo. Se as previsões de que a Foz do Amazonas abriga uma grande reserva de petróleo se confirmarem, será um novo marco na exploração petrolífera do Brasil. A Petrobras descobriu petróleo em águas profundas na Bacia de Campos em 1974 e se tornou referência global para exploração deste tipo.
A Petrobras foi autorizada em outubro do ano passado a perfurar o primeiro poço na Bacia da Foz do Amazonas.
Em 2006, foram descobertas as reservas do pré-sal, em águas ultraprofundas. E o início da exploração dessa área fez as reservas de petróleo do país saltarem. Mas o pico da produção no pré-sal deve ser em 2034 ou 2035, por isso, especialistas alertam que é preciso fazer novas descobertas para manter a atividade petrolífera no Brasil.
BS20260904153316.1 – https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/09/04/ibama-autoriza-petrobras.ghtml

Texto também prevê mistura obrigatória dos importados com produto nacional a partir de 2027

Número de pessoas que só atuam via plataformas subiu de 1,3 milhão em 2022 para 1,8 milhão em 2025, o que corresponde a alta de 36,8%. Avanço foi puxado pelo setor de entrega

Empregados que recebem acima deste valor precisarão apresentar documentos que comprovem falta de recursos

Existem, no entanto, regras e limites definidos por normas do Banco Central do Brasil e pela jurisprudência brasileira