
Defesa de ex-presidente do BRB pede informação via Lei de Acesso sobre acordo de delação negado
No fim de junho, a PGR rejeitou a proposta de delação apresentada pela defesa de Costa no âmbito da Operação Compliance Zero

Para a realização da cirurgia, serão utilizados todos os meios e as técnicas necessárias

Foto: Divulgação/Sociedade Brasileira de Mastologia
Entrou em vigor, nesta quarta-feira (12), a Lei 7.695/25, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), que altera a Lei 4.761/12, referente a obrigatoriedade de cirurgia plástica reparadora da mama em casos de mutilação decorrentes de tratamento de câncer. A medida inclui na legislação atual a possibilidade do Poder Executivo solicitar auxílio complementar da rede hospitalar privada, com ou sem fins lucrativos, para atendimentos das pacientes mastectomizadas.
A nova lei estabelece que a colaboração entre o governo e as instituições de saúde privadas deve ser formalizada por meio de contratos ou convênios. Para incentivar essa parceria, o Poder Executivo poderá conceder isenção fiscal ou compensação às entidades envolvidas. Ainda de acordo com o texto, para realização da cirurgia, serão utilizados todos os meios e as técnicas necessárias, incluindo a pigmentação de ambas as aréolas — áreas circulares, mais escuras, que rodeiam os mamilos nas mamas.

Segundo Pastor Daniel de Castro, a norma amplia o acesso à cirurgia reparadora da mama e oferece mais opções de atendimento às mulheres submetidas ao procedimento. “A medida visa garantir o direito da mulher à cirurgia plástica reparadora e incentivar aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas existentes e aplicadas à reconstituição mamária”, frisa o parlamentar.
Agência CLDF

No fim de junho, a PGR rejeitou a proposta de delação apresentada pela defesa de Costa no âmbito da Operação Compliance Zero

Senador postou, nas redes sociais, carta escrita pelo pai em seu favor

Agentes de saúde poderão ter regras específicas de aposentadoria

Estudo da Transparência Brasil referente a 2025 aponta que recursos são operados de forma semelhante ao 'orçamento secreto'; autoria é atribuída aos líderes partidários
