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Ela completa 44 anos nesta terça-feira (14) e segue sendo um dos nomes mais comentados da televisão brasileira
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Ela completa 44 anos nesta terça-feira (14) e segue sendo um dos nomes mais comentados da televisão brasileira. Mas a trajetória de Paolla Oliveira guarda muito mais surpresas do que os personagens icônicos que ela viveu nas novelas. Confira curiosidades que vão te fazer conhecer ainda melhor a atriz:
Em 2012, ela acrescentou um “L” a mais em seu nome artístico, passando a se chamar Paolla, por sugestão de um numerólogo. O seu nome de registro é Caroline Paola Oliveira da Silva.
“Amo números. Sempre estudei e brinquei de somar. Por causa dos números, coloquei um ‘L’ a mais no meu nome. O cinco é o meu número da sorte. Faço aniversário no dia 14, que somando dá cinco, amo quinta-feira… É um número que me rege na numerologia”, contou ao gshow em 2018.
Apesar de ser seu primeiro nome, Paolla disse que não se reconhece mais quando a chamam simplesmente de Caroline.
“Já fiquei em aeroporto com a plaquinha escrito Caroline e eu não dei a menor bola. Já perdi voo, já perdi tudo. Esse nome não funcionou para mim. Nada contra as “carols”, é uma coisa pessoal”, contou no “Lady Night”.
Antes de conquistar o horário nobre da Globo, Paolla se formou em Fisioterapia pela Universidade Cruzeiro do Sul, especializando-se em Reeducação Postural Global (RPG), em 2003, e chegou a prestar concurso público na área antes de abandonar tudo pelo amor à atuação. Ela trabalhou em hospitais, clínicas médicas, neonatais e asilos, e conta que o período mais difícil foi no asilo:
“Eu queria levar os idosos para casa. Era muito sentimental.”
Antes das novelas, aos 16 anos ela conquistou o posto de assistente de palco do SBT no programa “Passa ou repassa”, do apresentador Celso Portiolli, permanecendo ali por quatro anos.
Em 2009, ela venceu o “Dança dos Famosos” e repetiu a dose em 2021.Na segunda vez, seu parceiro de palco foi exatamente o mesmo coreógrafo que anos depois a treinou para “desaprender” a sambar em “Vale tudo”, porque Heleninha não podia dançar bem.
Paolla havia sido convidada para outra personagem em “Vale tudo”, mas, por iniciativa própria, pediu para fazer o teste de Heleninha.
“Queria me desafiar. Eu não tinha sido pensada para o papel, mas deixaram eu fazer um teste, e agora estou aqui. Essa história de ir atrás é recorrente na minha vida”, contou à revista Ela.
A preparação para o papel foi intensa e respeitosa. Como parte do laboratório, Paolla frequentou reuniões dos Alcoólicos Anônimos e ouviu relatos de mulheres que, dez anos depois, ainda choravam por terem esquecido de buscar o filho na escola por conta do vício.
Depois de anos como rainha de bateria da Grande Rio, Paolla anunciou a saída do posto em 2025 para se dedicar à novela.
“Heleninha vai me demandar muita energia. A minha atriz está precisando de espaço, é hora de ela reinar”, explicou.
Por trás da decisão, havia também um motivo familiar: o pai de Paolla foi diagnosticado com demência frontotemporal, a mesma condição de Bruce Willis, e ela quis ficar mais presente.
Depois de críticas nas redes durante a exibição de “Vale tudo”, a virada veio no palco do “Domingão”. Paolla conquistou o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante no Melhores do Ano pela sua Heleninha, subiu ao palco visivelmente emocionada e declarou:
“Esse palco representa o público, para quem fazemos tudo.”
Criada na Penha, Zona Leste de SP, ela era a única menina entre três irmãos. Ela já contou que jogava bola na rua, era goleira e adorava andar de carrinho de rolimã.
” Lembro de vizinhos ficarem bravos porque a gente jogava bola. Tenho três irmãos e jogava com eles. Eu era a goleira. Gosto muito de esporte, faz parte da minha personalidade, talvez por ter tido uma infância na rua, por frequentar clubes, sítios. Até carrinho de rolimã eu curti, que loucura! Eu era um moleque praticamente”, contou à a revista “29h”.
Na adolescência, Paolla ajudava os pais na confecção da família.
“Desde os 14, 15 anos, eu voltava da escola, estudava um pouco e ia ajudar na confecção dos meus pais. Por que eu sou tão dedicada hoje e me saio bem no que faço? Porque eu aprendi a dar valor a isso cedo”, disse para a revista “29h”.
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