
Por unanimidade, plenário do STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades
Decisão foi referendada por todos os ministros da Corte

As investigações apontam para o envolvimento de advogados, lobistas, empresários, assessores, chefes de gabinete e magistrados
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira uma nova operação contra suspeita de venda de sentenças judiciais. As investigações apontam para o envolvimento de advogados, lobistas, empresários, assessores, chefes de gabinete e magistrados. A polícia apura crimes de organização criminosa, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional.
Conforme investigação, os alvos solicitavam valores para beneficiar partes em processos judiciais, por meio de decisões favoráveis aos seus interesses. A PF também mira negociações relacionadas ao vazamento de informações sigilosas, incluindo detalhes de operações policiais.
Estão sendo cumpridos um mandado de prisão preventiva e 23 de busca e apreensão em Mato Grosso, Pernambuco e no Distrito Federal. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares, como instalação de monitoramento eletrônico, afastamento das funções públicas de servidores e membros do Poder Judiciário e sequestro de bens e valores dos investigados.

Decisão foi referendada por todos os ministros da Corte

O projeto proíbe o assédio para oferecer produtos e serviços financeiros, por meio de ligações telefônicas, mensagens eletrônicas e publicidade direcionada

Liberação é limitada a período que resta de trégua entre Irã e EUA

O texto será enviado à sanção presidencial