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A decisão de ter um cão de estimação precisa levar em conta que todos apresentam um tipo diferente de temperamento e características
Muitos casais que estão pensando em ter filhos, estão grávidos, ou já têm um bebê ou criança em casa têm dúvidas sobre se adicionar um cachorrinho à família é algo positivo — e seguro. Isso quando não são as próprias crianças que manifestam o sonho de ter um pet. De acordo com especialistas, essa parceria pode criar memórias insubstituíveis na infância, mas é importante ter alguns cuidados.
O comportamento ativo de crianças e bebês e uma certa imprudência no contato (como puxar o rabo do cachorro, cutucar, beijar, fazer barulho perto e deitar por cima) demandam animais tolerantes e com características de personalidades compatíveis. Por isso, na hora de comprar ou adotar, algumas raças podem ser mais indicadas.
As veterinárias Beatriz Queiroz, pós-graduada em cirurgia de pequenos animais e Joice Vasques, pós-graduada em oncologia veterinária, ambas de São Paulo, explicam que algumas raças se destacam para esta escolha por terem um perfil mais amigável, paciente e adaptável de forma geral.
O labrador é um dos cachorros mais queridos pelos brasileiros devido à sua natureza obediente e adaptável. Além disso, por serem extrovertidos, podem ser uma companhia que vai divertir as crianças da casa, de acordo com Queiroz.
Uma das raças com o temperamento mais calmo, o cavalier é um cão de companhia que atende ao perfil de família em formação pois apesar de sossegados, são ativos e gostam de interagir com seus tutores.
O yorkshire terrier também é um pequeno companheiro, muito indicado para uma família em crescimento. A raça é bastante brincalhona, mas dócil, o que pode ajudar no desenvolvimento da criança e também no gasto de energia durante as brincadeiras.
Reconhecido pelo seu carisma fora da curva, o beagle é um companheiro de pequeno a médio porte que tem um temperamento dócil e adora brincar com a criançada. Contudo, conforme Vasques aponta, os beagles funcionam melhor para crianças acima dos 7 anos de idade, devido à reatividade (reação exagerada a estímulos) da raça.
O vira-lata, um cão sem raça definida, pode ser de pequeno a médio porte. Ele é um fiel protetor daqueles que o escolheram, segundo Vasques. Por isso, ao serem bem treinados pelos tutores, conseguem se adaptar aos novos integrantes e interagem bem com crianças.
Escolhido o novo melhor amigo da família, a introdução do cão ao recém-nascido ou às crianças da casa deve ser feita com parcimônia.Vasques indica a aplicação do chamado reforço positivo, técnica em que recompensas incentivam e consolidam um comportamento.
— É essencial fazer o reforço positivo. O cão precisa entender que aquele bebê ou criança são positivos para sua vida. No caso de um recém nascido, oriento o tutor a levar uma fraldinha da maternidade para casa antes da chegada do bebê, colocando perto da cama onde o animal dorme ou próximo ao comedouro — orienta Vasques.
No caso das crianças maiores, após a apresentação inicial e a permissão ao pet para farejar todos os ambientes da casa, os novos pertences incluídos, é essencial a participação dos pequenos nas tarefas do dia a dia que envolvam o animal.
— É muito importante que a criança ganhe essa responsabilidade para que a relação seja harmoniosa e ela sinta esse dever de proteção e ajude a cuidar do animal desde cedo — explica.
Por outro lado, mesmo com a personalidade carinhosa, um cachorro é um animal que não responde da mesma maneira que os seres humanos. Dessa forma, é importante que os tutores invistam em treinar o pet e sempre mantenham a atenção nas interações entre eles e bebês ou crianças pequenas.
— É necessário acompanhar as brincadeiras de perto, pois às vezes a criança pode fazer algo que o cachorro interprete errado, ou uma brincadeira pode acabar saindo do controle. Os cachorros podem ser ensinados a como lidar com as crianças com dedicação, paciência e amor, sem dúvidas, mas os pais têm total responsabilidade, tanto pelas crianças quanto pelo pet — ressalta Muniz.

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