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Autarquia publicou comunicado sobre o tema nesta quinta-feira

Anéis inteligentes e relógios smartwatch vendidos com a promessa de monitorar a saúde estão se tornando cada vez mais comuns. No entanto, de acordo com novo alerta feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quinta-feira (27), esses apetrechos não devem ser usados para diagnosticar doenças.
“As informações fornecidas por um anel inteligente não devem ser usadas para confirmar ou descartar uma doença, definir tratamentos, alterar medicamentos ou substituir exames e avaliações realizados por profissionais de saúde. Um alerta ou indicador apresentado pelo dispositivo não significa, por si só, que a pessoa esteja doente. Da mesma forma, resultados considerados ‘normais’ pelo aparelho não garantem que não exista qualquer problema de saúde”, diz o alerta da agência.
Ainda, segundo a agência, essa regularização garante que tais produtos tenham a precisão necessária para que o usuário ou profissional de saúde tome decisões.
“Em geral, anéis inteligentes não são desenvolvidos pelos fabricantes com finalidade médica, mas sim como acessórios de bem-estar e apoio a atividades esportivas. Neste caso e se não medirem parâmetros fisiológicos de uso tipicamente clínico, não são considerados produtos médicos sujeito à regularização”, diz comunicado da autarquia.
A Anvisa destaca que não existem smartwatch ou anéis vestíveis autorizados pela Anvisa para medição não invasiva de glicose ou oximetria.
“Ou seja, a capacidade técnica destes produtos em oferecer a medição destes parâmetros ainda não foi comprovada pelos fabricantes”, destaca, em nota.
BS20260828121059.1 – https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/08/28/relogios-e-aneis-inteligentes-nao-devem-ser-usados-para-diagnosticar-doencas-alerta-anvisa.ghtml

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