
Com avanço de 1,91% em abril, endividamento público federal se aproxima de R$ 8,8 trilhões
Emissão recorde de títulos puxou alta no mês passado

No trimestre móvel encerrado em janeiro, indicador tinha registrado 6,5%

A taxa de desemprego ficou em 6,8% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, ante os 6,5% registrados nos três meses até janeiro. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e foram divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE.
Apesar da alta na comparação com os dados mais recentes, o quadro é melhor do que um ano atrás. No trimestre móvel até fevereiro de 2024, a taxa de desemprego ficou em 7,8%.
Ao longo de 2024, com geração de empregos formais e informais, e avanço na renda, a taxa de desemprego registrou a média de 6,6%, o menor nível da série histórica da Pnad Contínua, que começa em 2012.
A alta do desemprego neste início do ano também pode ser explicada por fatores sazonais. Tradicionalmente, há aumento na taxa de desemprego e no total de desempregados no início de cada ano, por conta dos desligamentos de trabalhadores que estavam nas vagas temporárias tipicamente abertas no fim do ano anterior, segundo explicam economistas.
Mesmo assim, nos últimos meses, especialistas vêm alertando que se espera uma desaceleração no mercado de trabalho ao longo deste ano. A expectativa é que os indicadores não sejam tão bons quanto em 2024, em parte por causa dos efeitos do aperto na política de juros pelo Banco Central (BC).

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