
Alerta médico: veneno de escorpião age mais rápido e expõe crianças a maior risco de morte
Menina de 11 anos morreu nesta semana em hospital regional no DF

Em 12 meses, setor acumula alta de 2,5%, diz IBGE

Foto:: Valter Campanato/Agência Brasil
As vendas no comércio varejista recuaram 0,3% na passagem de junho para julho. Este resultado representa o quarto mês seguido de queda. Neste conjunto de meses, o setor acumula perda de 1,1%.

Na comparação com julho de 2024, as vendas cresceram 1%. No acumulado de 12 meses, o comercio varejista soma alta de 2,5%.
Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com os resultados conhecidos em julho, o setor se situa 9% acima do nível pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 1,1% abaixo do ponto mais alto da série histórica (iniciada no ano 2000), alcançado em março de 2025.
Das oito atividades apuradas pelo IBGE, quatro apresentaram desempenho negativo na passagem de junho para julho, e quatro ficaram no terreno positivo:
– Equipamentos e material para escritório informática e comunicação: -3,1%
– Tecidos, vestuário e calçados: -2,9%
– Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -0,6%
– Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -0,3%
– Móveis e eletrodomésticos: 1,5%
– Livros, jornais, revistas e papelaria: 1%
– Combustíveis e lubrificantes: 0,7%
– Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,6%
No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado ─ veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo ─ as vendas cresceram 1,3% em julho na comparação com junho. Já na comparação com julho de 2024, houve queda de 2,5%. No acumulado de 12 meses, o varejo ampliado apresenta alta de 1,1%.

Menina de 11 anos morreu nesta semana em hospital regional no DF

Programa se destina a famílias em situação de vulnerabilidade social; confira as orientações para recebimento do valor

Mineração é o setor que tem maior número de estruturas prioritárias

Mais de 3,5 milhões receberão até R$ 1 mil em 15 de julho
