Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Comércio começa a voltar ao normal

O comércio começa a voltar ao horário normal no Distrito Federal. Hoje o governador anunciou, via twitter, que assinou decreto ampliando o funcionamento do comércio até as 23h. Os shopping centers poderão voltar a funcionar de 10h às 22h. Outra alteração é no toque de recolher, que passa a valer de 24h às 5h, já a partir de hoje. Segundo o governador, mesmo que o período ainda seja difícil, é preciso flexibilizar as atividades econômicas para apoiar empreendedores e funcionários, que enfrentam uma crise sem precedentes. Mas ele ressaltou que é preciso manter os cuidados básicos: manter o distanciamento social, o uso de máscara e a higienização das mãos com álcool gel ou água e sabão. Os índices que o governador recebeu da Secretaria de Saúde basearam a decisão. O índice RT diário, por exemplo, que determina a taxa de contaminação está se mantendo bem abaixo do recomendável e chegou a 0,87. A lista de espera por um leito para pacientes de covid-19 também foi bastante reduzida, chegando a 23 pessoas – praticamente zerando a espera, porque a movimentação é registrada a cada minuto. Além disso, o governador recebeu a informação que 400 leitos serão entregues nos próximos dias.

Politicagem com a morte

O senador Izalci Lucas (PSDB) continua tentando fazer política com a tristeza das famílias que perderam pessoas para a Covid-19. Ele quer que o GDF pare tudo para prestar contas do dinheiro investido no combate à pandemia, porque tem suas desconfianças. Não seria melhor esperar a doença ficar sob controle com a vacinação para, aí sim, começar a investigar?

Expulsando a bandidagem

O Ministro da Justiça, Anderson Torres, não quer saber de bandidão perto do poder. Ex-secretário de Segurança do DF, ele sabe que a presença de alguns líderes do crime organizado perto das maiores autoridades federais e dos embaixadores é uma grande fragilidade. Os bandidos estão bem guardados, com segurança máxima, mas eles atraem seus asseclas para perto, criando um cinturão de insegurança. A ideia do ministro é transferir esses condenados para outras penitenciárias de segurança máxima o quanto antes, o que já está sendo estudado.

Caras e bocas

A deputada distrital Julia Lucy (Novo) tem publicado um jornalzinho diário com notícias que ela acha importantes, mesmo que não tenha a ver com o mandato dela. É um direito da parlamentar e há até quem goste. Mas o que chama mesmo a atenção são as caras e bocas que ela faz durante a transmissão. Coisa de cinema.

Comida na pandemia

Começou hoje a distribuição dos cartões para o programa Prato Cheio, que deve ser ampliado para 40 mil famílias ainda esta semana – atualmente são atendidas 32 famílias. Cada uma delas recebe R$ 250,00. O GDF informa que 700 mil pessoas recebem algum tipo de auxílio do governo nesta pandemia. Só os restaurantes comunitários oferecem cerca de 400 mil refeições por mês ao preço de R$ 1,00.

Fura-fila

Nem a ordem da Justiça deteve os rodoviários, que pararam os ônibus em todo o DF. O sindicato quer furar a fila da vacinação contra a covid-19, para que a Secretaria de Saúde vacine motoristas e trocadores antes dos outros profissionais. Só que a decisão não é da Secretaria, mas do Ministério da Saúde, tanto que em nenhuma outra capital os rodoviários foram vacinados antes de outras categorias que estão expostas ao vírus. Faltou bom-sendo e sobrou cara-de-pau aos dirigentes do Sindicato.

 

bsbagora@gmail.com

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