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Relator na Câmara, deputado Marcelo Aro (PP-MG) explica alterações e acredita em aprovação das mudanças no Senado O texto da MP 1.061/2021, que institui o programa Auxílio Brasil no lugar do Bolsa Família, aprovado na quinta-feira (25) no plenário da Câmara dos Deputados, prevê zerar a fila dos beneficiários do extinto Bolsa Família. O relator, deputado […]
Relator na Câmara, deputado Marcelo Aro (PP-MG) explica alterações e acredita em aprovação das mudanças no Senado
O texto da MP 1.061/2021, que institui o programa Auxílio Brasil no lugar do Bolsa Família, aprovado na quinta-feira (25) no plenário da Câmara dos Deputados, prevê zerar a fila dos beneficiários do extinto Bolsa Família. O relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), falou das alterações do texto inicialmente apresentado pelo governo aprovadas pelos deputados.
O texto aprovado na Câmara ainda precisa ser analisado pelo Senado. Por ter acolhido parte de propostas de senadores em seu texto, o relator acredita que a Casa revisora não fará mudanças substanciais.
“Quando acolhemos trechos de propostas dos senadores Alessandro Vieira [Cidadania-SE], Tasso Jereissatti [PSDB-CE] e Antônio Anastasia [PSD-MG], da Lei de Responsabilidade Social, fizemos um gesto ao Senado, e por isso acredito na aprovação”, disse Marcelo Aro.
Ele comparou o avanço na legislação a um marco. O governo pretende que o Auxílio Brasil tenha valor de R$ 400 e seja permanente, mas ainda não informou de onde virão os recursos. É necessária a aprovação da PEC dos Precatórios no Senado, que vai abrir espaço fiscal no Orçamento de 2022, limitado ao teto de gastos.
Fonte: R7 PLANALTO | Mariana Londres, do R7, em Brasília

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