
GDF homenageia líderes comunitários na Câmara Legislativa
Medalha Mérito Líder Comunitário reconhece 300 representantes que articulam demandas nas regiões administrativas e aproximam moradores do poder público

Texto será enviado à sanção presidencial

Deputada Soraya Santos (PL-RJ), relatora do projeto/ Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (7) projeto de lei que regulamenta a profissão de motorista de ambulância. O texto aprovado é um substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 2336/23, que será enviado à sanção presidencial.
De autoria do deputado Vermelho (PP-PR), o projeto contou com parecer favorável da relatora, deputada Soraya Santos (PL-RJ). O texto considera condutores os motoristas de veículos terrestres de transporte de pacientes, de resgate, de suporte básico de vida e/ou de suporte avançado de vida.
Para exercer a atividade, o condutor de ambulância deve ter mais de 21 anos, ter ensino médio, comprovar treinamento e reciclagem em cursos específicos, ser habilitado para conduzir veículos de transporte de pacientes e atender a outros requisitos previstos em ato do Executivo. Os profissionais terão 60 dias, contados da entrada em vigor da futura lei, para atender aos requisitos.
Para fins de acumulação de cargos públicos permitida pela Constituição, os motoristas de ambulância são considerados profissionais de saúde, que podem acumular dois cargos dessa área. No entanto, para o condutor, a acumulação será permitida somente se houver compatibilidade e respeitados os períodos mínimos de descanso.
Os motoristas deverão ser cadastrados obrigatoriamente como condutores de ambulância nos sistemas oficiais de registro de trabalhadores.
identificar todos os equipamentos e materiais embarcados no veículo e sua utilidade;
conduzir o veículo de forma segura e compatível com as necessidades clínicas do paciente, com estabilidade da condução e previsibilidade de manobras para evitar agravamento do estado clínico;
auxiliar a equipe de saúde nos gestos básicos de suporte à vida, nas imobilizações e no transporte das vítimas, na realização de medidas de reanimação cardiorrespiratória básica e no correto manuseio e retirada dos equipamentos médicos fixos no interior do veículo;
estabelecer contato com a central de regulação médica e seguir suas orientações; e
conhecer a malha viária local e a localização de todos os estabelecimentos de saúde integrados ao sistema assistencial local, bem como as condições do tráfego e as adversidades em vias alternativas.
A relatora do projeto, Soraya Santos, ressaltou que os condutores de ambulância fazem parte do cuidado da saúde, assim como os porteiros das escolas fazem parte do ciclo da educação. “Não poderíamos ter pessoas com idade qualquer, sem formação, sem cursos específicos”, afirmou.
O autor do projeto, deputado Vermelho, destacou que o condutor tem responsabilidade na condução do doente, em um momento de maior desespero e dificuldade dele e de sua família.
Para a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o condutor de ambulância tem tanta responsabilidade como o enfermeiro que o acompanha no veículo. “Se ele carrega um politraumatizado, alguém com hemorragia, com parada cardíaca, ele tem responsabilidade na condução desse paciente”, declarou.
Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Medalha Mérito Líder Comunitário reconhece 300 representantes que articulam demandas nas regiões administrativas e aproximam moradores do poder público

Valor em dólar e euro equivale a R$ 482 mil e supera em 43% montante recebido por viagens oficiais; líder do governo afirma que parte da verba foi paga pela Casa, e o restante adquirido com recursos próprios

Investigação da PF sobre o banco de Daniel Vorcaro já levou a buscas contra senador do PP, ex-governador do Rio e líder do governo no Senado

Aliados avaliam que investigação contra Jaques Wagner permite ao pré-candidato do PL voltar a atacar o PT por corrupção sem 'pisar em ovos'
