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O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu ao tribunal para apurar a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na concessão de empréstimo consignado a beneficiários do Auxílio Brasil em período eleitoral. O crédito consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil foi liberado pela Caixa no dia 11 de outubro. No fim […]
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu ao tribunal para apurar a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na concessão de empréstimo consignado a beneficiários do Auxílio Brasil em período eleitoral.
O crédito consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil foi liberado pela Caixa no dia 11 de outubro. No fim de outubro, antes do segundo turno, a Caixa chegou a suspender a concessão do empréstimo atendendo a uma orientação do TCU , para dar explicações. O subprocurador Lucas Furtado agora pede a responsabilização da presidência da Caixa e de Bolsonaro por uso eleitoral do benefício.
A oferta de crédito consignado, descontado do benefício, tem sido criticada por especialistas. Eles consideram um risco para as famílias, já que os recursos do programa de transferência de renda costumam ser utilizados para gastos básicos de sobrevivência.
A concessão do empréstimo consignado estava suspensa desde o dia 1º de novembro. Voltou a ser liberada nesta segunda-feira (14). A Caixa disse que esse período é necessário para o banco fazer um ajuste de contas com o governo, que é quem paga o auxílio, e que isso, a suspensão temporária da concessão do empréstimo, vai ocorrer todo mês.
O subprocurador pediu para “apurar a responsabilização dos agentes envolvidos com a devida delimitação do papel de cada um, especialmente do presidente da Caixa Econômica Federal (CEF) e do suposto envolvimento do ainda presidente da República, Sr. Jair Messias Bolsonaro”.
Lucas Furtado afirmou que “há a possibilidade de a empresa pública haver incorrido em flagrante desvio de finalidade pública, utilizando-se indevidamente de seus recursos e de sua estrutura para interferir politicamente nas eleições presidenciais, situação a demandar notoriamente a atuação do TCU”.

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