
Presidente do Senado marca votação da PEC da segurança pública para terça-feira (3)
Proposta cria regras mais duras de prisão para chefes de facções

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que autoridades brasileiras podem solicitar dados diretamente a provedores de internet no exterior com sede ou representação no Brasil. Por unanimidade, os ministros entenderam que a solicitação direta dos dados a empresas está prevista no Marco Civil da Internet, sem necessidade de seguir acordo celebrado entre o Brasil e […]
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que autoridades brasileiras podem solicitar dados diretamente a provedores de internet no exterior com sede ou representação no Brasil.
Por unanimidade, os ministros entenderam que a solicitação direta dos dados a empresas está prevista no Marco Civil da Internet, sem necessidade de seguir acordo celebrado entre o Brasil e os Estados Unidos.
O plenário analisou na semana passada ação apresentada pela Federação das Associações das Empresas de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional), que pedia a declaração de validade do Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal (MLAT, na sigla em inglês). O acordo trata da obtenção de dados privados sob guarda de provedores de internet sediados fora do Brasil e usado em investigações criminais em curso no país sobre pessoas que estão nos Estados Unidos.
O ministro Gilmar Mendes, relator do processo, já tinha votado pela validade do acordo e de dispositivos da legislação que tratam de cooperação jurídica internacional. Para ele, é constitucional a hipótese de as autoridades pedirem acesso às informações de forma direta às empresas estrangeiras. Os demais ministros acompanharam o relator.

Proposta cria regras mais duras de prisão para chefes de facções

Um visto revogado que muda os planos de uma família inteira. Uma brasileira detida pela imigração longe de casa.

Advogados apontam que o serviço foi contratado depois que Vorcaro não reconheceu a veracidade de uma série de conteúdos vazados

Aeronave particular usada pela família do candidato derrotado à Presidência foi organizado por Jason Miller, funcionário da Casa Branca, informou New York Times
