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Programa educativo conta com fomento do FAC de cerca de R$ 300 mil Pela primeira vez, o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) está com agendamentos disponíveis para visitas guiadas com escolas públicas e particulares do DF. O Programa Educativo Memória Candanga foi contemplado com o Fundo de Apoio à Cultura, o FAC, e conta […]
Programa educativo conta com fomento do FAC de cerca de R$ 300 mil
Pela primeira vez, o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) está com agendamentos disponíveis para visitas guiadas com escolas públicas e particulares do DF. O Programa Educativo Memória Candanga foi contemplado com o Fundo de Apoio à Cultura, o FAC, e conta com investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) de aproximadamente R$ 300 mil. As escolas interessadas devem fazer as solicitações de agendamentos neste link.

Foto: Tatiana Terra/Divulgação
O projeto Memória Candanga, realizado pelo Núcleo de Arte do Centro-Oeste (Naco), com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), visa estimular a sensibilização, a formação de público, a difusão da história da construção da nova capital e o resgate de sua memória.
“O que nós temos identificado é que as crianças, os jovens e adultos não conhecem a história de Brasília, de seus personagens e a importância dos candangos na construção da cidade. Com o programa, a finalidade é difundir esse conhecimento”, detalha a coordenadora do Programa Educativo, Carolina Palhares.

As instituições escolares da rede pública contam com transporte gratuito até o museu. As vagas são limitadas para grupos de até 42 pessoas e são disponibilizados no máximo quatro ônibus por região administrativa.
Durante a visita, os monitores do MVMC, em conjunto com os professores da instituição, desenvolvem atividades pedagógicas inclusivas que envolvam a mediação do conjunto arquitetônico e acervo, exposições, oficinas e ações que remetam a época. “É muito importante que as escolas participem do programa, porque a história da construção da nova capital é um conhecimento que as crianças e jovens precisam saber. Isso é um valor riquíssimo. As crianças têm um papel que é levar essa memória do DF e é por isso que o museu é importante no conhecimento”, afirmou a gerente do MVMC, Eliane Falcão.

É um espaço com ares da história da construção de Brasília. Os cenários, objetos e fotos presentes no local rememoram o início da capital brasileira, uma cidade criada a partir do sonho de Juscelino Kubitschek (JK).
Antes de se tornar um museu, o local abrigava o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), um espaço criado para atender a demanda que havia no DF, não só de operários acidentados nas construções, mas também de outros serviços, como partos e atendimento ambulatorial de crianças e donas de casas.
Era um conjunto de 23 edificações em madeira e que permaneceu como complexo hospitalar e de apoio até 1974, quando o Hospital Distrital (atual Hospital de Base) foi inaugurado.
O espaço se manteve de pé e, em 1985, pelo Decreto nº 9.036, o GDF instituiu o tombamento do conjunto de casas, permitindo o processo de restauração do espaço. Em 26 de abril de 1990, o local foi reaberto e, sob o nome de Museu Vivo da Memória Candanga, foi inaugurado.
Programa Educativo Memória Candanga

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